terça-feira, 4 de maio de 2010

O prefeito tá fazendo, mas...

Está havendo sensível mudança em Ibiporã. A operação tapa buracos, a manutenção dos canteiros, as podas das árvores (infelizmente muitas são erradicadas e salvo exceções, poucas estão sendo replantadas), a aplicação da lei que obriga o proprietário a fazer calçada e mureta, a aplicação de multa para quem não faz capina no terreno, o desentupimento dos bueiros (?) - considero a uma sacanagem quem joga detritos nos bueiros - começa a dar novo visual na cidade.


Mas qual está sendo a contrapartida da população?


Quem passa pela Avenida dos Estudantes, em toda sua extensão, já deve ter notado o amontoado de lixo, galhos e até montes de terra em cima da grama.- Não é só nesta avenida, na maioria das outras vias, também acontece. O morador, não me interessa quem, não está contribuindo pelo visual da região onde ele mora. Eu em particular, já presenciei a retirada de entulhos e nem bem o caminhão se afastou, lá vem o carcamango denominado “cidadão” e volta a jogar o lixo em local inadequado.


Primeiramente, ele não está engajado ou está alheio à campanha da reciclagem do lixo; se o “lixo” são folhas, grama cortada, etc., basta ensacar e deixar na calçada que o caminhão do Samae recolhe, basta avisá-los; se for cortar ou podar uma árvore, basta combinar com o pessoal da secretaria de agricultura / ou do meio ambiente, que a carretinha com a máquina trituradora, já dá uma destinação final à poda.
- É difícil o cidadão fazer a sua parte? – Não!


Falta de civilidade.



- Outro absurdo. Dias atrás, presenciei uma atitude inconcebível. – Uma determinada lanchonete ali na praça, cujo lixo é constituído de materiais recicláveis e orgânicos, que deviam estar separados, simplesmente, no finalzinho da tarde, pega o saco de lixo, atravessa a rua e vai depositá-lo na frente de outro estabelecimento. - Prá que ter este trabalho todo? - Não é mais fácil deixar na sua lixeira? - Além deste ato incivilizado, o que acontece? – Acontece o que eu vi.



– Cachorros abandonados, rasgam os sacos a procura de comida e aí, fica tudo esparramado. Quando o caminhão passa para recolher o lixo, o funcionário não tem tempo para ajuntar tudo, (não é obrigação dele ajuntar lixo espalhado) e aí que tá a cagada! – O “vizinho” que não tem nada haver com o lixo do “espertão”, se vê na obrigação de varrer tudo, para não deixar a frente do seu estabelecimento emporcalhada. Este "cidadão" da lanchonete, transferiu a sua obrigação em problema para outra pessoa, para seu vizinho.


- Entenderam? – deixar o saco de lixo na frente de outro estabelecimento, pros cachorros rasgarem, PÓOOOODE! – mas deixar o lixo na sua lixeira porque os cachorros rasgam, NÃO PÓOOOODE! – é a maldita lei de tirar vantagem em tudo, já inserida no DNA do brasileiro.
Está na hora de penalizar quem procede desta maneira. - Alô vereadores, vamos tomar atitude?