Mesmo tentando acertar a vidinha dos cumpanheros que não se elegeram, e dos outros que “trabalharam” na sua campanha, com um empreguinho na prefeitura, o prefeito Zé Maria (do lado do bem), desacorçoado diante de tanta incompetência dos cumpanheros, se viu obrigado a buscar no outro lado (do lado do mal) a contratação do Lávaro Furrier.
Bastou o Lávaro chegar, e as “obras” deslancharam. - Mas eu acho, que o Lávaro não é homem para o barracão. Ele devia estar na Secretaria de Obras. Afinal, o prefeito precisou de um ano, para chegar à conclusão que a sua panela (ops! esqueci. - agora só vou usar o termo pinicaiada!) é inoperante , portanto, digna de estar neste utensílio.
- De nada adiantou trocar secretário de um lado pro outro, prá não configura nepotismo, quem continua mandando é a ex-secretária. É por isso que falo do Lávaro na secretaria. Ele iria “amassar” de vez este utensílio e poria todo mundo a trabalhar de fato. – Só assim as “obras” prometidas, sairiam da promessa.
O João tem razão (- ih! rimou!).
Tem razão o vereador João da Caixa, fiel justificador do injustificável. Em alguns pronunciamentos, ele disse repetidamente que o “prefeito precisou de tempo pra organizar a casa!” – Tá aí a prova. – Quanto dinheiro jogado fora com incompetentes!
-E que tempo, hein? – Mais de um ano só prá chegar a esta conclusão!
Bastou o Lávaro chegar, e as “obras” deslancharam. - Mas eu acho, que o Lávaro não é homem para o barracão. Ele devia estar na Secretaria de Obras. Afinal, o prefeito precisou de um ano, para chegar à conclusão que a sua panela (ops! esqueci. - agora só vou usar o termo pinicaiada!) é inoperante , portanto, digna de estar neste utensílio.
- De nada adiantou trocar secretário de um lado pro outro, prá não configura nepotismo, quem continua mandando é a ex-secretária. É por isso que falo do Lávaro na secretaria. Ele iria “amassar” de vez este utensílio e poria todo mundo a trabalhar de fato. – Só assim as “obras” prometidas, sairiam da promessa.
O João tem razão (- ih! rimou!).
Tem razão o vereador João da Caixa, fiel justificador do injustificável. Em alguns pronunciamentos, ele disse repetidamente que o “prefeito precisou de tempo pra organizar a casa!” – Tá aí a prova. – Quanto dinheiro jogado fora com incompetentes!
-E que tempo, hein? – Mais de um ano só prá chegar a esta conclusão!