“Quando não somos mais capazes de reagir e nos indignar diante da corrupção, é porque nosso senso ético também ficou corrompido”.
segunda-feira, 24 de maio de 2010
O caso da OSCIP suspeita de fraude.
Advogado de Oscip suspeita de fraude paga R$ 317 mil de fiança.
Fernando José de Mesquita foi preso no dia 13 de maio, depois de alguns dias foragido. Ele não pode sair da cidade sem comunicar a Justiça.
O advogado do Centro Integrado de Apoio Profissional (Ciap), Fernando José Mesquita, pagou R$ 317 mil de fiança e foi posto em liberdade durante o último fim de semana. A informação foi confirmada pelo coordenador de comunicação da Polícia Federal no Paraná, Marcos Koren. Mesquita é um dos advogados peça-chave do Ciap, suspeito de um esquema de desvio milionário de recursos públicos desmantelada pela Polícia Federal (PF) no início do mês. Ao todo, 11 pessoas foram presas: três ainda continuam detidas, entre elas o proprietário do Ciap, Dinocarme Aparecido Lima.
De acordo com Koren, a fiança foi estipulada pela Justiça. “Os critérios para definição do valor são do juiz. Ele pagou a fiança de R$ 317 mil e foi posto em liberdade”, disse o coordenador de comunicação da PF. Segundo Koren, Mesquita não pode se ausentar da residência onde mora. “Ele tem que comunicar todos os passos à Justiça. O juiz precisa saber onde ele pode ser encontrado, no caso de alguma intimação”, explicou. Mesquita foi preso no dia 13 de maio, depois de ficar alguns dias foragido. Outras duas pessoas suspeitas de participação no esquema continuam foragidas.
O esquema.
A polícia diz que, para desviar os recursos para pessoas e empresas do grupo, o Ciap valia-se da condição de Oscip, modalidade jurídica para associações civis estabelecerem contratos com o poder público, conhecidos como “termos de parceria”. Segundo as investigações, o Ciap se tornou uma Oscip com o propósito único de se apropriar ilegalmente de verbas recebidas por meio das parcerias com as administrações públicas.
De acordo com a Receita Federal, aproximadamente 30% dos recursos recebidos pelo Ciap eram transferidos para uma conta bancária específica da entidade, sob a justificativa de cobrir despesas administrativas. A polícia calcula que a entidade tenha recebido mais de R$ 1 bilhão em verbas em cinco anos. Desta conta, ainda conforme a Receita, a organização fazia retirada de grandes volumes, sempre em dinheiro em espécie e sem identificação, alegando se tratar de pagamento para empresas fornecedoras. Contudo, as investigações apontaram que as empresas pertenciam a parentes ou pessoas de confiança dos responsáveis pelo CIAP.
Segundo a PF, a estrutura da organização seguia os seguintes passos: primeiro, ela identificava municípios e estados com recursos disponíveis para a celebração de parcerias e convênios; em seguida, o CIAP atuava com lobistas para favorecer o direcionamento dos recursos para a entidade com a assinatura dos contratos; para finalizar, a organização manipulava a contabilidade do CIAP e a prestação de contas das parcerias para dificultar o rastreamento dos valores desviados. (24/05/2010 18:46 Fábio Luporini - Jornal de Londrina)
EM IBIPORÃ.
O CIAP também tem alguns contratos com várias secretarias de IBIPORÃ, e ao que tudo indica, parece que estão em ordem. Entretanto, segundo fontes, nosso Blog tomou conhecimento algumas rotinas foram desconsideradas. Para contratar profissionais para os projetos, o CIAP deveria obedecer alguns critérios. Da sua parte, executivo deveria instituir uma comissão de avaliação e acompanhamento dos projetos, antes de contrata-los com o CIAP. Alguns dos critérios:
O CIAP também tem alguns contratos com várias secretarias de IBIPORÃ, e ao que tudo indica, parece que estão em ordem. Entretanto, segundo fontes, nosso Blog tomou conhecimento algumas rotinas foram desconsideradas. Para contratar profissionais para os projetos, o CIAP deveria obedecer alguns critérios. Da sua parte, executivo deveria instituir uma comissão de avaliação e acompanhamento dos projetos, antes de contrata-los com o CIAP. Alguns dos critérios:
1º - proceder a um concurso de projetos conforme necessidade de cada secretaria;
2º - proceder a licitação conforme legislação vigente;
3º - O CIAP para contratar pessoal para trabalhar em cada projeto, tem que elaborar um teste seletivo conforme aptidão profissional exigida no projeto e divulgar este teste em jornal de grande circulação no município.
4º - etecétera,etecétera.
Esperamos que de fato, tudo esteja em ordem com os contratos em Ibiporã.(nota do Blog 5ª Coluna)
O Blog tentou....
sexta-feira, 21 de maio de 2010
ATOS SECRETOS - Atos insanos.
>>>Ataque Legislativo.
AL classifica campanha anticorrupção de ilegal.(?)
Em carta, Assembléia considera antidemocrático o movimento da OAB-PR, que já conta com 151 adesões. Para a Ordem, texto é tentativa de intimidação.
A Assembléia Legislativa do Paraná (AL) classificou ontem como ilegal e antidemocrática a campanha “O Paraná que Queremos”, lançada há três semanas pela Ordem dos Advogados do Brasil no Paraná (OAB-PR) para pedir transparência no Legislativo estadual e punição dos envolvidos na série de denúncias que atingem a Casa. A campanha da OAB-PR já conta com o apoio de 90 entidades da sociedade civil e de 61 empresas paranaenses.
Em carta intitulada “Por um Paraná justo, legal e ordeiro”, entregue na quarta-feira à OAB-PR e parcialmente divulgada ontem no site da Assembléia, o procurador do Legislativo Marco Antonio Marconcin afirma que os anúncios publicados pela OAB-PR na Gazeta do Povo e exibidos na RPCTV ferem “o princípio da legalidade e respeito às instituições no marco da democracia constitucional”. ( e o direito do povo? - grifo do blog)
A carta da Assembléia, cuja íntegra tem quatro páginas, afirma que a campanha incita à desordem e “compõe um chamamento temerário de quebra do respeito devido às instituições legais; configurando incitamento à comoção social e, no limite – violação da ordem pública por afronta à legalidade democrática, ao investir de forma generalizada contra a Assembléia Legislativa, no exercício constitucional do Poder Legislativo Estadual”. Marconcin diz ainda que a OAB não observa o “devido processo legal” e faz prejulgamento da “generalidade dos deputados, dos servidores e da instituição parlamentar”.
O procurador do Legislativo cita ainda diversas medidas “moralizadoras” realizadas pela Assembléia, como a implantação do painel eletrônico que mostra os resultados das votações, da TV Sinal e do recadastramento dos servidores. O procurador defende ainda a legalidade da edição dos diários oficiais avulsos – que possibilitaram a edição de atos secretos pela Casa, conforme mostraram as reportagens da série “Diários Secretos”, da Gazeta do Povo e da RPCTV.
Ordem rebate.
A OAB-PR publicou nota ontem classificando o texto da Assembléia como “tentativa de intimidação”. O texto, publicado no site da instituição, reafirmou o posicionamento da entidade, principalmente no que se refere ao apoio ao afastamento da cúpula da Assembléia, composta pelo presidente Nelson Justus (DEM); pelo primeiro-secretário Alexandre Curi (PMDB) e pelo segundo-secretário Valdir Rossoni (PSDB).
No texto, a instituição “repudia, de forma contundente, a tentativa de afastar a função institucional da OAB-PR e tentar intimidá-la à continuidade da luta pela moralidade, impessoalidade, publicidade e legalidade na Assembléia Legislativa do Paraná, exigindo a apuração dos fatos e a reparação dos danos causados ao erário”. A nota defende ainda que “a campanha ‘O Paraná que Queremos ‘ retrata o sentimento coletivo da comunidade paranaense, (...) que expressa o desejo pelo resgate da ética na política e moralidade na gestão do patrimônio público”.
A campanha foi lançada pela OAB-PR no início de maio, após a sequência de matérias da série “Diários Secretos”, que mostraram dezenas de irregularidades na Assembléia Legislativa, como o desvio de recursos públicos por meio do uso de “laranjas” e da nomeação de “funcionários fantasmas”. Ao todo, há indícios de nove crimes, entre formação de quadrilha, peculato (apropriação de bens públicos) e lavagem de dinheiro.
Por causa das denúncias, o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), braço do Ministério Público Estadual (MP), já realizou duas operações que culminaram na prisão de mais de 18 pessoas. O MP também já comprovou o desvio de R$ 26 milhões (valor não corrigido) da Assembléia. A estimativa de promotores é que o total chegue a R$ 100 milhões. (21/05/2010 00:03 Heliberton Cesca – gazetadopovo.com.br)
O QUE FOI DITO.
José Lúcio Glomb, presidente da OAB-PR: “No nosso modo de entender, (os deputados que dirigem a Assembléia) não possuem mais representatividade para exercer os cargos”.(GAZETADOPOVO. COM. BR -21/05/2010)
Diários oficiais desmentem trecho da carta.
http://www.gazetadopovo.com.br/vidapublica/diariossecretos/conteudo.phtml?tl=1&id=1005360&tit=Diarios-oficiais-desmentem-trecho-da-carta.
Acessem ainda no quadro “Saiba mais” e clic em => Confira um exemplo de diário avulso não numerado, desmentindo a AL que diz que eles são numerados.
quinta-feira, 20 de maio de 2010
VOCES PRECISAM SABER!
DOAÇÃO DE TERRENOS
Corre um projeto na Câmara de doação de área de terra de mais ou menos 50.000 m²!
– É isto mesmo! – Mais de dois alqueires de terra para uma única empresa!
- Que maravilha!
– Então a empresa vai contratar bastante mão de obra? - Vai dar bastante emprego para os Ibiporaenses? - SIM e NÃO.
– Até certo ponto SIM. - Mas durante a construção dos barracões. - NÃO, porque depois...bem, depois os barracões serão ALUGADOS!
- Não é mentira, não! – Estão querendo doar patrimônio público, adquirido com o nosso suado dinheirinho, para construir barracões de ALUGUEL!
- Que maravilha!
– Então a empresa vai contratar bastante mão de obra? - Vai dar bastante emprego para os Ibiporaenses? - SIM e NÃO.
– Até certo ponto SIM. - Mas durante a construção dos barracões. - NÃO, porque depois...bem, depois os barracões serão ALUGADOS!
- Não é mentira, não! – Estão querendo doar patrimônio público, adquirido com o nosso suado dinheirinho, para construir barracões de ALUGUEL!
– Nada contra a empresa, por sinal uma das grandes de Londrina, mas aconselho os vereadores analisarem melhor.
– Tudo está muito estranho! – Quem estaria por detras desta mamata! - Afinal, aluguel de barracão rende muita grana!
- Tá na hora de consultar o Tribunal de Contas. – Tá na hora de emendas na Lei da Concessão de uso e doações de terrenos para indústria.
- Por exemplo: porque o prefeito não faz um projeto de doação onerosa? - Hein!
- QUEM NÃO QUER UMA BOQUINHA COMO ESTA? - Até eu que sou bobinho!
PODA DE ÁRVORES.
- Todo mundo quer ter a proteção de uma sombra quando o sol tá “pelando”. Quando vai estacionar o carro então, nem se fala. A procura por uma “sombrinha” é grande! - Alguém já reparou como existe um micro clima à sombra de uma árvore? – Existe até uma brisa constante! Também alguém já reparou o contrário?
- Quando se corta uma árvore, deixa de existir aquele micro clima, a temperatura na região de onde foi erradicada a árvore sobe “prá dedéu!” (até 4ºC). Isso sem contar que deixará de existir o seqüestro de carbono, tão necessário para o meio ambiente e principalmente prá nós, e ainda tem o aquecimento global, tão em moda, mas necessário lembrar sempre.
Sob o pretexto de um acordo com a Copel, vai ser implantado o programa Árvore certa no lugar certo. – Este programa merece elogio, mas bem que poderia ter vindo na primeira administração do então prefeito. – Agora 636 árvores serão sacrificadas. A bem da verdade, ninguém quer assumir a poda das árvores e a manutenção das mesmas. – Pura falsidade e incompetência mesmo! Soma-se às estas árvores que serão erradicadas, mais outras 500 que já foram cortadas no ano passado.
Fotografei mais de 100 árvores e medi a projeção de sua sombra. Achei uma área média de projeção de sombra de 26,42 m². Ao todo a cidade perderá 30.013 m² de área verde e de sombra! – TRINTA MIL E TREZE METROS QUADRADOS! – Mais de um alqueire de sombra e área verde deixará de existir – JÁ PENSARAM NO REFLEXO DISSO? – Em quanto contribuirá na diminuição de seqüestro de carbono? – E a elevação de temperatura na cidade?
- Haverá substituição de todas elas, podem dizer. – Só faltava não substituí-las. – Mas quanto tempo demorará em atingirem o porte de hoje? - Ninguém pensou nisto? – Quem vai fiscalizar a substituição das árvores?
- Estou com zape, sete copas e espadilha. – Estou trucando prá ver se haverá substituição das árvores.
PODA DE ÁRVORES.
- Todo mundo quer ter a proteção de uma sombra quando o sol tá “pelando”. Quando vai estacionar o carro então, nem se fala. A procura por uma “sombrinha” é grande! - Alguém já reparou como existe um micro clima à sombra de uma árvore? – Existe até uma brisa constante! Também alguém já reparou o contrário?
- Quando se corta uma árvore, deixa de existir aquele micro clima, a temperatura na região de onde foi erradicada a árvore sobe “prá dedéu!” (até 4ºC). Isso sem contar que deixará de existir o seqüestro de carbono, tão necessário para o meio ambiente e principalmente prá nós, e ainda tem o aquecimento global, tão em moda, mas necessário lembrar sempre.
Sob o pretexto de um acordo com a Copel, vai ser implantado o programa Árvore certa no lugar certo. – Este programa merece elogio, mas bem que poderia ter vindo na primeira administração do então prefeito. – Agora 636 árvores serão sacrificadas. A bem da verdade, ninguém quer assumir a poda das árvores e a manutenção das mesmas. – Pura falsidade e incompetência mesmo! Soma-se às estas árvores que serão erradicadas, mais outras 500 que já foram cortadas no ano passado.
Fotografei mais de 100 árvores e medi a projeção de sua sombra. Achei uma área média de projeção de sombra de 26,42 m². Ao todo a cidade perderá 30.013 m² de área verde e de sombra! – TRINTA MIL E TREZE METROS QUADRADOS! – Mais de um alqueire de sombra e área verde deixará de existir – JÁ PENSARAM NO REFLEXO DISSO? – Em quanto contribuirá na diminuição de seqüestro de carbono? – E a elevação de temperatura na cidade?
- Haverá substituição de todas elas, podem dizer. – Só faltava não substituí-las. – Mas quanto tempo demorará em atingirem o porte de hoje? - Ninguém pensou nisto? – Quem vai fiscalizar a substituição das árvores?
- Estou com zape, sete copas e espadilha. – Estou trucando prá ver se haverá substituição das árvores.
Padre Sílvio – Quem te condena?
A quem interessa a execração do Pe. Silvio Andrei?
Ele errou? – Errou! (segundo as versões que estão na mídia)
A criança confirmou a versão da polícia, de que o Padre teria lhe “cantado”? – Confirmou!
Chegou às vias de fato? – Não! (é o que disse o advogado)
Algum cidadão de Ibiporã se lembra de ter visto na mídia, um marginal exposto da maneira que fizeram com o Padre Silvio?
– Alguém se lembra de ter visto as fotos de qualquer marginal publicada tão rapidamente na Internet como foi a publicação das fotos do Pe. Sílvio?
– Alguém ficou sabendo se aquele Pastor que, segundo disseram, “meteu a mão no caixa da sua Igreja” e se algo lhe aconteceu? – Ele foi preso e exposto na mídia tal qual o Padre Sílvio?- NÃO!
- Alguém se lembra de ter visto algum marginal seminu, exposto ridiculamente como fizeram com o Padre? – E aquele estrupador que foi preso? – Suas fotos saíram na Internet com a rapidez que saíram as fotos do Padre? – Não!
- Alguém sabia que o traficante “Fernandinho do Paraná” já havia sido preso e solto sem mais nem menos, antes desta sua última prisão?
...e o vídeo da reportagem?
Ele errou? – Errou! (segundo as versões que estão na mídia)
A criança confirmou a versão da polícia, de que o Padre teria lhe “cantado”? – Confirmou!
Chegou às vias de fato? – Não! (é o que disse o advogado)
Algum cidadão de Ibiporã se lembra de ter visto na mídia, um marginal exposto da maneira que fizeram com o Padre Silvio?
– Alguém se lembra de ter visto as fotos de qualquer marginal publicada tão rapidamente na Internet como foi a publicação das fotos do Pe. Sílvio?
– Alguém ficou sabendo se aquele Pastor que, segundo disseram, “meteu a mão no caixa da sua Igreja” e se algo lhe aconteceu? – Ele foi preso e exposto na mídia tal qual o Padre Sílvio?- NÃO!
- Alguém se lembra de ter visto algum marginal seminu, exposto ridiculamente como fizeram com o Padre? – E aquele estrupador que foi preso? – Suas fotos saíram na Internet com a rapidez que saíram as fotos do Padre? – Não!
- Alguém sabia que o traficante “Fernandinho do Paraná” já havia sido preso e solto sem mais nem menos, antes desta sua última prisão?
...e o vídeo da reportagem?
Quem viu o vídeo Youtube, o reporter coloca palavras na boca do policial, claramente direcionando a entrevista ao seu critério sensacionalista, no entanto, não questiona porque os policiais não deixaram o Padre vestir-se; não questiona qual a verdade, se o Padre estava completamente nu, ou como disse contraditoriamente o policial, “estava de camisa” na mesma entrevista; também não questiona o policial, se o padre é um elemento PERIGOSO, se colocou em risco a vida de pessoas e se ofereceu resistência para permanecer algemado daquela maneira? (estes são parâmetros de comportamento que exigem algemar o indivíduo, segundo a Lei).
-Vou ler nas entre linhas do fato. – Se ele bebeu vinho ou cachaça, se vomitou na batina, ninguém sabe ao certo.
-Se um sacerdote, ou qualquer pessoa está depressiva, obviamente algo de errado está acontecendo com ambos. – Concordam?
-Está existindo um conflito pessoal – O que o levou à depressão? – Ele é padre, mas não é onipotente!
–Somos todos seres humanos sujeitos às fraquezas. Independentemente da formação.
-Vou ler nas entre linhas do fato. – Se ele bebeu vinho ou cachaça, se vomitou na batina, ninguém sabe ao certo.
-Se um sacerdote, ou qualquer pessoa está depressiva, obviamente algo de errado está acontecendo com ambos. – Concordam?
-Está existindo um conflito pessoal – O que o levou à depressão? – Ele é padre, mas não é onipotente!
–Somos todos seres humanos sujeitos às fraquezas. Independentemente da formação.
– Gente, quanta inversão de valores está existindo. Cabe à Justiça julgar!
-Quem daqueles que ali estavam (inclusive dois funcionários públicos de plantão, ávidos, pela desgraça deste Padre) são arquétipos imaculados, isentos de faltas e falhas?
-Quem daqueles que ali estavam (inclusive dois funcionários públicos de plantão, ávidos, pela desgraça deste Padre) são arquétipos imaculados, isentos de faltas e falhas?
-Tomem vergonha na cara seus porraloucas! – Tá na hora de se indignarem com as atrocidades políticas que estão emporcalhando nossas vidas. Estes mesmos políticos, que vocês vivem lambendo a bunda deles para garantir um emprego.
Padre Sílvio. – Quem te condena?
- Eu lhe digo, é uma parcela da sociedade que, hipocritamente, se delicia com a desgraça alheia!
Felizmente, uma outra parcela da sociedade que segue os princípios cristãos, está solidária contigo. Reconhece seu trabalho, seu amor ao próximo. E como cristãos, estão orando ao SENHOR pela remissão de sua culpa (se de fato houve) e pregando o perdão!
terça-feira, 18 de maio de 2010
O que está acontecendo?
Desacato à autoridade.
O que é? - qualquer palavra que você dirige a uma “autoridade” quando abordado por ela, é desacato.Se a “autoridade” acordou com o pé esquerdo, tá com azia ou não está insatisfeito com o salário, ele desconta no cidadão. O Brasil está cheio de exemplos. Não estou inventando.Não faz muito tempo aconteceu comigo.
Eu estava dentro da minha casa, próximo ao portão e presenciei uma “batida” policial. Entraram na casa de uma vizinha para poder acessar outra residência e ela ficou apavorada com todo atropelo. Vendo a angústia da minha vizinha, indaguei a um policial o que estava acontecendo.
Ele simplesmente me respondeu: - não é da sua conta.
- ela está apavorada! Eu disse,
- Me dá seus documentos, disse a “autoridade”.
- Prá que, retruquei.
-Eu posso te enquadrar por desacato a “autoridade”
-É mole o quer mais?
Afinal, BR 369 ou Avenida Mário de Menezes?
Quando vão decidir? – Até parece “coisa combinada!” – E os vereadores da base do prefeito, ou cagam ou desocupam a moita. – Tá na hora de brigar pelo interesse do cidadão. Afinal, vocês residem em Ibiporã ou não? – Ah! Tá bom! – Tem uma “ordem de comando” para fèrmé la bouche?(fechar a boca).Será que é coincidência pela modificação no Plano Diretor que os vereadores fizeram? – Com a palavra os interessados.
O que é? - qualquer palavra que você dirige a uma “autoridade” quando abordado por ela, é desacato.Se a “autoridade” acordou com o pé esquerdo, tá com azia ou não está insatisfeito com o salário, ele desconta no cidadão. O Brasil está cheio de exemplos. Não estou inventando.Não faz muito tempo aconteceu comigo.
Eu estava dentro da minha casa, próximo ao portão e presenciei uma “batida” policial. Entraram na casa de uma vizinha para poder acessar outra residência e ela ficou apavorada com todo atropelo. Vendo a angústia da minha vizinha, indaguei a um policial o que estava acontecendo.
Ele simplesmente me respondeu: - não é da sua conta.
- ela está apavorada! Eu disse,
- Me dá seus documentos, disse a “autoridade”.
- Prá que, retruquei.
-Eu posso te enquadrar por desacato a “autoridade”
-É mole o quer mais?
Afinal, BR 369 ou Avenida Mário de Menezes?
Quando vão decidir? – Até parece “coisa combinada!” – E os vereadores da base do prefeito, ou cagam ou desocupam a moita. – Tá na hora de brigar pelo interesse do cidadão. Afinal, vocês residem em Ibiporã ou não? – Ah! Tá bom! – Tem uma “ordem de comando” para fèrmé la bouche?(fechar a boca).Será que é coincidência pela modificação no Plano Diretor que os vereadores fizeram? – Com a palavra os interessados.
Multas da Polícia Rodoviária Federal (PRF).
Alguns comerciantes estabelecidos ao longo da Avenida Mário de Menezes, reclamaram para os vereadores, que a PRF está multando veículos estacionados em desacordo com a legislação naquela via, alegando que ali é a BR 369. - Pelo que sei, o traçado original da BR 369, é na verdade as Avenidas Santos Dumont e Paraná.
Em 1972, o então prefeito Antonio Ribeirete, inteligentemente, transferiu o tráfego e os problemas da BR que cortava a cidade de cabo a rabo, para Avenida Mário de Menezes. Esta avenida faz parte integrante do município, ou seja, ela é “um bem pertencente” a Ibiporã. Desde há muito, toda manutenção é por conta do município; elaboraram-se Leis, projetos, melhorias para a Avenida Mário de Menezes e não para a BR 369.
- O povo pergunta: afinal é BR 369 ou Avenida Prefeito Mário de Menezes?
Padre Sílvio Andrei.
Após a notícia da prisão do Pe. Sílvio, os órgãos de imprensa congestionaram as imediações da Delegacia de Ibiporã, tal qual urubus na carniça!
Posteriormente, o festival de contradições inundou as televisões. Cada emissora, cada órgão da imprensa deu uma versão: proposta de sexo oral com policiais, assédio a menor (onde está o menor, os pais deram queixa?), bebedeira suborno, padre pelado, etecetera, etecetera. Teve até vereador que foi protestar pelos atos do padre com base em boatos.
- A verdade que todos, hipocritamente, se deliciam com a desgraça alheia.
- Vou ler nas entre linhas do fato. – Se ele bebeu vinho ou cachaça, se vomitou na batina, ninguém sabe ao certo. - Se um sacerdote está depressivo, obviamente algo de errado está acontecendo com ele. – Concordam? - Está existindo um conflito pessoal – O que o levou à depressão? – Ele é padre, mas não é onipotente! – Somos todos seres humanos sujeitos às fraquezas. Independentemente da formação.
– Exceção à regra, os POLÍTICOS da atualidade.
-Tomem vergonha na cara seus porraloucas! – Tá na hora de se indignarem com as atrocidades políticas que estão emporcalhando nossas vidas!
KABEÇÃO vai propor cassação da diplomação de Zé Maria!
Foi dito na sessão da Câmara de ontem(17/05).
Alguns comerciantes estabelecidos ao longo da Avenida Mário de Menezes, reclamaram para os vereadores, que a PRF está multando veículos estacionados em desacordo com a legislação naquela via, alegando que ali é a BR 369. - Pelo que sei, o traçado original da BR 369, é na verdade as Avenidas Santos Dumont e Paraná.
Em 1972, o então prefeito Antonio Ribeirete, inteligentemente, transferiu o tráfego e os problemas da BR que cortava a cidade de cabo a rabo, para Avenida Mário de Menezes. Esta avenida faz parte integrante do município, ou seja, ela é “um bem pertencente” a Ibiporã. Desde há muito, toda manutenção é por conta do município; elaboraram-se Leis, projetos, melhorias para a Avenida Mário de Menezes e não para a BR 369.
- O povo pergunta: afinal é BR 369 ou Avenida Prefeito Mário de Menezes?
Padre Sílvio Andrei.
Após a notícia da prisão do Pe. Sílvio, os órgãos de imprensa congestionaram as imediações da Delegacia de Ibiporã, tal qual urubus na carniça!
Posteriormente, o festival de contradições inundou as televisões. Cada emissora, cada órgão da imprensa deu uma versão: proposta de sexo oral com policiais, assédio a menor (onde está o menor, os pais deram queixa?), bebedeira suborno, padre pelado, etecetera, etecetera. Teve até vereador que foi protestar pelos atos do padre com base em boatos.
- A verdade que todos, hipocritamente, se deliciam com a desgraça alheia.
- Vou ler nas entre linhas do fato. – Se ele bebeu vinho ou cachaça, se vomitou na batina, ninguém sabe ao certo. - Se um sacerdote está depressivo, obviamente algo de errado está acontecendo com ele. – Concordam? - Está existindo um conflito pessoal – O que o levou à depressão? – Ele é padre, mas não é onipotente! – Somos todos seres humanos sujeitos às fraquezas. Independentemente da formação.
– Exceção à regra, os POLÍTICOS da atualidade.
-Tomem vergonha na cara seus porraloucas! – Tá na hora de se indignarem com as atrocidades políticas que estão emporcalhando nossas vidas!
KABEÇÃO vai propor cassação da diplomação de Zé Maria!
Foi dito na sessão da Câmara de ontem(17/05).
Embasado nas reportagens investigativas da Gazeta do Povo, RPCTV, na entrevista do prefeito, à Rádio Paiquerê de Londrina, onde ele afirma categoricamente que “... tem a cópia do diário, mas ele não tem número...”(?) o vereador estará encaminhando para o corregedor geral do Tribunal Eleitoral Regional denuncia propondo a cassação da diplomação do prefeito, pois os fatos vieram a tona após as reportagens, e obviamente não fosse a iniciativa da Gazeta do Povo, dificilmente saberíamos dos fatos.
O fato é que existe uma cópia de um ato de exoneração, codificado, e conforme o Ministério Público do Paraná (MP), foi criado para determinadas situações. A cópia desta exoneração que está correndo na cidade é no mínimo estranha. Se a comparada com outra cópia de um “Diário Oficial”, notar-se-á que ela apresenta um código criptografado, mencionado pelo MP, que não aparece na outra cópia (oficial). A dúvida reside justamente neste documento: - Se a referida exoneração foi publicada em um DIÁRIO AVULSO, portanto FALSO, (inexistente oficialmente) ela tem validade legal, jurídica? – Serve como documento comprobatório?
O fato é que existe uma cópia de um ato de exoneração, codificado, e conforme o Ministério Público do Paraná (MP), foi criado para determinadas situações. A cópia desta exoneração que está correndo na cidade é no mínimo estranha. Se a comparada com outra cópia de um “Diário Oficial”, notar-se-á que ela apresenta um código criptografado, mencionado pelo MP, que não aparece na outra cópia (oficial). A dúvida reside justamente neste documento: - Se a referida exoneração foi publicada em um DIÁRIO AVULSO, portanto FALSO, (inexistente oficialmente) ela tem validade legal, jurídica? – Serve como documento comprobatório?
Homenagem aos políticos
De tanto ver triunfar as nulidades;
De tanto ver prosperar a desonra;
De tanto ver crescer a injustiça;
De tanto ver agigantar-se os poderes nas mãos dos maus;
- O homem chega a desanimar-se da virtude,
A rir-se da honra
A ter vergonha de ser Honesto!
Esta estrofe é de Rui Barbosa. Foi dita há um século!
- Qualquer semelhança com os fatos da vida real, é verdadeira!
"A POLÍTICA É MUITO IMPORTANTE PARA FICAR SÓ NAS MÃOS DOS POLÍTICOS"
- Nossa indignação com os políticos de hoje. Segue nossas homenagens a todos os "santos políticos" (deputados, ex-deputados, senadores, ex-senadores, vereadores que não trabalham e que só fazem turismo, ministros, ex-ministros, etecétera, etecétera)


segunda-feira, 17 de maio de 2010
Todo fato tem uma notícia
Uma ríspida discussão entre o atacante Robert e o técnico Antonio Carlos marcou o retorno do Palmeiras do Rio para São Paulo nesta segunda-feira. No momento mais crítico do bate-boca entre o atacante e o treinador houve gritos, troca de xingamentos e palavrões. A Agência Estado apurou que, no entanto, os dois não chegaram a trocar socos porque foram separados.
O motivo da briga foi o fato de Antônio Carlos ter cobrado melhor desempenho de alguns de seus atletas durante o trajeto de ônibus do hotel onde a delegação estava hospedada e o aeroporto, no Rio.
O motivo da briga foi o fato de Antônio Carlos ter cobrado melhor desempenho de alguns de seus atletas durante o trajeto de ônibus do hotel onde a delegação estava hospedada e o aeroporto, no Rio.
O técnico se dirigiu ao fundo do ônibus para falar com alguns de seus comandados. Robert, um dos que foram cobrados, não gostou da atitude e começou a discussão. O episódio dividiu o elenco entre os que apoiaram Robert e os que ficaram ao lado das cobranças do treinador.
A diretoria do Palmeiras fará uma reunião com Antônio Carlos, na manhã desta terça, para definir qual atitude tomará como punição aos envolvidos no episódio. (17 de maio de 2010 21h 55 PAULO GALDIERI - Agência Estado)

Neymar rebate fama de cai-cai e confia em classificação.
Neymar passou a ser acusado por alguns adversários de ser um jogador cai-cai depois da conquista do Campeonato Paulista. E a pressão sobre ele aumentou com o pênalti marcado pelo árbitro Ricardo Marques Ribeiro no empate com o Ceará, neste domingo, em lance no qual o adversário o desarmou sem cometer falta.
O técnico do Grêmio, Silas, não deixou passar a oportunidade e chamou a atenção do árbitro Marcelo de Lima Henrique, que apitará o jogo desta quarta-feira, na Vila Belmiro, pelas semifinais da Copa do Brasil, para as possíveis encenações do atacante santista. Mas Neymar não está nem aí para as pressões.
"Não dou trela para o que estão falando. Se o adversário não encostar em mim, eu não caio. Se caio é porque fui tocado. E se cair sem ser tocado é porque estou com problema nas pernas", disse nesta segunda Neymar. "Venho apanhando bastante, mas fazer o quê? Faz parte. A minha preocupação é continuar fazendo gols e tenho certeza de que vamos vencer na quarta", emendou.
O atacante também rebateu as críticas de que o Santos teria caído de produção nos últimos jogos. "Acho que o Santos foi bem contra o Ceará. Apesar de enfrentarmos um adversário qualificado, criamos inúmeras oportunidades para vencer e só faltou sair mais gol. Perdemos do Santo André, mas fomos campeões e se passarmos pelo Grêmio ficará tudo normal outra vez", apostou Neymar.
TREINO - Na atividade desta segunda, o técnico Dorival Júnior escolheu Rodrigo Mancha para ser o substituto de Arouca, que não enfrenta o Grêmio por suspensão. Léo retornou à lateral-esquerda e Pará foi para a direita. Na frente, Marquinhos foi quem saiu para a volta de Robinho. (17 de maio de 2010 20h 18 SANCHES FILHO - Agência Estado)

Miranda quer reforçar São Paulo na Libertadores
Zagueiro estava afastado da equipe por uma semana devido ao falecimento de sua irmã.
Depois de voltar a treinar no São Paulo nesta segunda-feira, após passar uma semana afastado por conta do falecimento de sua irmã, o zagueiro Miranda contou estar bem psicologicamente e disse ter condições de reforçar a equipe na quarta-feira, contra o Cruzeiro, pelas quartas-de-final da Copa Libertadores.
"Meu retorno é importante. Tenho de voltar para minha vida e espero fazer uma grande partida. Não posso deixar que isso interfira no jogo. Quero ajudar o grupo a conquistar esta vaga tão importante na Libertadores", afirmou o zagueiro. No confronto de ida, no Mineirão, o São Paulo venceu por 2 a 0.
"Meu retorno é importante. Tenho de voltar para minha vida e espero fazer uma grande partida. Não posso deixar que isso interfira no jogo. Quero ajudar o grupo a conquistar esta vaga tão importante na Libertadores", afirmou o zagueiro. No confronto de ida, no Mineirão, o São Paulo venceu por 2 a 0.
Miranda fez ainda questão de agradecer ao apoio recebido durante a última semana. "É difícil, mas a vida segue. Tive o apoio do grupo, de alguns torcedores, da diretoria e também da comissão. Mandaram mensagens para mim. Minha motivação só aumenta. Agora espero corresponder dentro de campo", acrescentou.
O técnico Ricardo Gomes definirá nesta terça-feira se Miranda iniciará o confronto diante do Cruzeiro, no Morumbi, como titular.(17 de maio de 2010 18h 15 agencia estadão)

O técnico Ricardo Gomes definirá nesta terça-feira se Miranda iniciará o confronto diante do Cruzeiro, no Morumbi, como titular.(17 de maio de 2010 18h 15 agencia estadão)

Corinthians bate o Grêmio no Olímpico e lidera.
Souza marca um dos gols da vitória por 2 a 1 que deixa o time na ponta do Brasileirão.
Mesmo não apresentando um bom futebol, o Corinthians segue vencendo, e agora lidera o Brasileirão. Novamente com gol Souza, o time de Mano Menezes bateu o Grêmio por 2 a 1 neste domingo, no Olímpico, e quebrou uma invencibilidade em casa da equipe gaúcha, em Brasileiros, que vinha desde 2008.
Com o resultado, o Corinthians chega a seis pontos, liderando isoladamente - contando com tropeços de Avaí, Cruzeiro e Guarani nos jogos da noite. O Grêmio segue apenas com o pontinho conquistado na estréia, diante do Atlético-GO. Desde setembro de 2008 o time gaúcho não perdia no Olímpico. Foram 19 vitórias e cinco empates, neste período. Esta foi apenas a quinta vitória corintiana no estádio.
Como é característica histórica do confronto entre Grêmio e Corinthians, o jogo no primeiro tempo foi de muita marcação no meio-de-campo, o que forçou os erros dos passes das duas equipes. Entradas duras e reclamações com a arbitragem também fizeram parte das ações.
Assim, o gol só poderia sair de uma falha de marcação ou de uma jogada de bola parada, e foi o que aconteceu. Aos cinco, Dentinho bateu escanteio e Ralf ganhou da zaga pelo alto e cabeceou no canto.
No segundo tempo, o Grêmio acordou e passou a buscar mais o ataque, mas foi o Corinthians, jogando no contra-ataque, quem soube aproveitar uma falha incrível do sistema defensivo da equipe gaúcha.
Aos 19, Dentinho fez boa jogada da esquerda, e cruzou rasteiro. No meio de vários jogadores gremistas, Victor não cortou, Bruno Collaço tentou afastar, mas acabou apenas aparando para Souza desviar para o gol vazio.
Falha de um lado, e do outro também. Aos 29, Jonas enfiou na área, William foi mal no lance, não cortou e a bola sobrou limpa para Maylson, que havia entrado um pouco antes, chutar firme, cruzado, sem chance para Felipe.
Mesmo não apresentando um bom futebol, o Corinthians segue vencendo, e agora lidera o Brasileirão. Novamente com gol Souza, o time de Mano Menezes bateu o Grêmio por 2 a 1 neste domingo, no Olímpico, e quebrou uma invencibilidade em casa da equipe gaúcha, em Brasileiros, que vinha desde 2008.
Com o resultado, o Corinthians chega a seis pontos, liderando isoladamente - contando com tropeços de Avaí, Cruzeiro e Guarani nos jogos da noite. O Grêmio segue apenas com o pontinho conquistado na estréia, diante do Atlético-GO. Desde setembro de 2008 o time gaúcho não perdia no Olímpico. Foram 19 vitórias e cinco empates, neste período. Esta foi apenas a quinta vitória corintiana no estádio.
Como é característica histórica do confronto entre Grêmio e Corinthians, o jogo no primeiro tempo foi de muita marcação no meio-de-campo, o que forçou os erros dos passes das duas equipes. Entradas duras e reclamações com a arbitragem também fizeram parte das ações.
Assim, o gol só poderia sair de uma falha de marcação ou de uma jogada de bola parada, e foi o que aconteceu. Aos cinco, Dentinho bateu escanteio e Ralf ganhou da zaga pelo alto e cabeceou no canto.
No segundo tempo, o Grêmio acordou e passou a buscar mais o ataque, mas foi o Corinthians, jogando no contra-ataque, quem soube aproveitar uma falha incrível do sistema defensivo da equipe gaúcha.
Aos 19, Dentinho fez boa jogada da esquerda, e cruzou rasteiro. No meio de vários jogadores gremistas, Victor não cortou, Bruno Collaço tentou afastar, mas acabou apenas aparando para Souza desviar para o gol vazio.
Falha de um lado, e do outro também. Aos 29, Jonas enfiou na área, William foi mal no lance, não cortou e a bola sobrou limpa para Maylson, que havia entrado um pouco antes, chutar firme, cruzado, sem chance para Felipe.
Na próxima rodada, o Corinthians recebe Fluminense, no Pacaembu, no domingo. Na véspera, o Grêmio visita o Palmeiras, no Palestra Itália. Antes, a equipe gaúcha encara o Santos, na Vila Belmiro, podendo empatar para ir à final da Copa do Brasil. (16 de maio de 2010 17h 59 TERCIO DAVID - estadão.com.br)
Política
Líderes tentam acordo para votação do 'Ficha Limpa'.
Líderes do governo e da oposição no Senado reúnem-se amanhã e podem, com um só acordo, retirar a urgência dos projetos de lei do pré-sal e abrir caminho para a votação do projeto "Ficha Limpa", que barra a candidatura de políticos condenados na Justiça.
Os quatro projetos de lei do pré-sal têm prioridade na pauta de votação do Senado porque têm caráter de urgência constitucional decretado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O governo quer que os projetos sejam aprovados antes das eleições de outubro. Mas a oposição é contra a votação dos projetos com urgência que, se for mantida, será motivo para que os senadores do DEM e do PSDB obstruam todas as votações em plenário - o que atrasaria a votação de outras propostas, entre elas o "Ficha Limpa".
Caso haja acordo entre governo e oposição, os projetos do pré-sal perderão a urgência, e os líderes concordariam, nesta situação, em votar as quatro Medidas Provisórias que trancam a pauta ainda esta semana, abrindo espaço para o projeto "Ficha Limpa" ser analisado em plenário esta ou na próxima semana.
Os projetos do pré-sal, em contrapartida, seriam votados de acordo com um calendário. Referendado pela oposição, esta agenda de votação prevê que as propostas sejam colocadas em votação antes das eleições, como pede o governo.
O projeto "Ficha Limpa”, aprovado na semana passada pela Câmara dos Deputados, está em tramitação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). O relator do projeto, senador Demóstenes Torres (DEM), disse que apresentará o parecer ainda nesta quarta-feira mantendo o projeto sem alterações. Se alterado, o projeto precisaria voltar para análise de Câmara.
"Não vale a pena mexer, senão não vai dar tempo de valer este ano", disse o senador. Demóstenes Torres avalia ainda que, mesmo que algum senador peça vista do relatório, este pode ser colocado em votação na próxima semana e ainda haveria tempo de aprovar o projeto para valer para o pleito de outubro. Isto, mais uma vez, ressalta o senador - se não houver alteração no projeto.
Mais cedo, em plenário, o senador Roberto Cavalcante (PRB-PB) defendeu que o projeto seja aprovado sem ressalvas, como propõe Demóstenes Torres. "Do contrário, estaremos diante de mais um engodo - um simulado onde os legisladores fingem concordar com seus representados, mas atuam nos bastidores no sentido de ganhar tempo e condições de se defenderem da lei", disse o senador. (17 de maio de 2010 20h 02 CAROL PIRES - Agência Estado)
Marta: 'Gabeira seqüestrou e era escolhido para matar embaixador'
Para amenizar ação de Dilma na luta armada, petista diz que deputado era escolhido para matar embaixador; ‘Ela está inventando coisas’, reagiu ele.
Em meio à estratégia do PT de abordar a participação da pré-candidata à Presidência, Dilma Rousseff, na luta à ditadura, a ex-prefeita Marta Suplicy introduziu neste domingo ao debate político a atuação do deputado Fernando Gabeira (PV-RJ) contra os militares e afirmou que “ele sim seqüestrou”.
Num discurso a militantes petistas da zona leste de São Paulo, acompanhada do pré-candidato ao governo, Aloísio Mercadante, Marta surpreendeu ao comparar a atuação de Gabeira com a de Dilma ao criticar ataques à petista feitos na Internet: “Vocês notaram, Aloizio, que do Gabeira ninguém fala? Esse sim seqüestrou. Eu não estou desrespeitando ele, ao contrário, mas ele seqüestrou. Ele era o escolhido para matar o embaixador. Ninguém fala porque o Gabeira é candidato ao governo do Rio e se aliou com o PSDB”.
O discurso da petista provocou reação imediata no comando do PT e entre coordenadores da pré-campanha de Dilma. Dirigentes do partido afirmaram durante a noite que a opinião de Marta não é avalizada pela legenda e nem se trata de uma estratégia eleitoral. “Não vamos adotar isso como estratégia de campanha. Todas as pessoas que atuaram contra a ditadura merecem nosso respeito. Foi uma declaração muito infeliz da Marta”, afirmou o presidente do PT, José Eduardo Dutra.
MP descobre "código secreto" dos Atos Secretos
Pegando carona na música de Rolando Boldrin (vide vida marvada).
"...corre um boato aqui donde eu moro,
que as mágoas que choro, são mal ponteadas,
e que no capim mascado do meu boi,
a baba sempre foi santa e purificada..."
Pois é, “corre um boato aqui donde eu moro”, que existe uma cópia de um ato de exoneração, que, conforme o Ministério Público do Paraná (MP) foi criado para determinadas situações. A cópia desta exoneração que está correndo na cidade é no mínimo estranha. Se a compararmos com outra cópia de um Diário Oficial, notar-se-á que ela apresenta um código criptografado, mencionado pelo MP, que não aparece na outra cópia (oficial).
Cabe aqui uma pergunta: se a referida exoneração foi publicada em um DIÁRIO AVULSO, portanto FALSO, (inexistente oficialmente) ela tem validade legal, jurídica ou escambal a quatro, que seja?
Pois é, continuando a música:
"...corre um boato aqui donde eu moro,
que as mágoas que choro, são mal ponteadas,
e que no capim mascado do meu boi,
a baba sempre foi santa e purificada..."
"...corre um boato aqui donde eu moro,
que as mágoas que choro, são mal ponteadas,
e que no capim mascado do meu boi,
a baba sempre foi santa e purificada..."
Pois é, “corre um boato aqui donde eu moro”, que existe uma cópia de um ato de exoneração, que, conforme o Ministério Público do Paraná (MP) foi criado para determinadas situações. A cópia desta exoneração que está correndo na cidade é no mínimo estranha. Se a compararmos com outra cópia de um Diário Oficial, notar-se-á que ela apresenta um código criptografado, mencionado pelo MP, que não aparece na outra cópia (oficial).
Cabe aqui uma pergunta: se a referida exoneração foi publicada em um DIÁRIO AVULSO, portanto FALSO, (inexistente oficialmente) ela tem validade legal, jurídica ou escambal a quatro, que seja?
Pois é, continuando a música:
"...corre um boato aqui donde eu moro,
que as mágoas que choro, são mal ponteadas,
e que no capim mascado do meu boi,
a baba sempre foi santa e purificada..."
É só clicar aí no endereço, e ouvir o vídeo ao final da reportagem.
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Os absurdos dos Diários Avulsos e Secretos.
Num único dia, cinco diários com datas diferentes foram “fabricados”.
Os auditores do Ministério Público Estadual (MP) conseguiram comprovar que a Assembléia Legislativa do Paraná “fabricou” num único dia – 3 de agosto do ano passado – cinco diários avulsos com datas diferentes: 3 de fevereiro, 27 de fevereiro, 31 de março, 3 de abril e 30 de abril (todos do ano de 2009).
A descoberta foi feita através da decodificação dos criptogramas que são impressos na última página de cada diário oficial da Assembléia. O criptograma, que é uma espécie de registro de impressão, traz informações sobre a data e o funcionário que editou o documento.
Na ação, os promotores de Justiça relatam que, “através dos criptogramas grafados por servidores da gráfica, é possível ter certeza que muitas edições avulsas foram impressas com datas retroativas em mais de mês, o que revela que não circulam, ficaram restritas a poucas pessoas, pois escondiam algo”.
Num outro trecho da ação civil pública, os promotores afirmam que a Assembléia tentou, num primeiro momento, negar a existência dos diários avulsos. Mas que, diante das evidências, a existência dessas edições avulsas não pode ser mais negada.
Em depoimento, o diretor da gráfica da Assembléia, Luiz Carlos Monteiro, não só admitiu a existência dos diários avulsos como, segundo os promotores, revelou outro absurdo quando apresentou um diário de 2009: “Há diários impressos e datados que não são distribuídos e que, até o momento, não teria sido circulado, o que ocorria apenas quando o Presidente da Casa (deputado Nelson Justus) colocasse a proposta de emenda constitucional para votação em plenário”. Monteiro disse ainda que “há três diários nessa condição, pendurados, os quais têm datas passadas e não foram distribuídos”.
Monteiro foi preso durante a Operação Ectoplasma 2, deflagrada no último sábado pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do MP. Ele foi solto no mesmo dia, após prestar depoimento e ajudar os promotores no cumprimento do mandado de busca e apreensão nas dependências da Assembléia.(14/05/2010 Karlos Kohlbach - gazeta do povo )
UMA VERDADEIRA QUADRILHA
MP pede na Justiça a divulgação imediata dos atos da Assembléia.
Ministério Público ingressa com ação para proibir a publicação de diários avulsos, usados para esconder o esquema de desvio de dinheiro.
O Ministério Público Estadual (MP) protocolou ontem na Justiça uma ação civil pública pedindo o fim dos diários avulsos da Assembléia do Paraná e a imediata publicação de todos os atos do Poder Legislativo no Diário Oficial do Estado e nos sites oficiais do governo estadual e da própria Assembléia.
Os promotores requereram ainda que, num prazo de 15 dias, a Assembléia divulgue no site e no Diário Oficial do Estado os atos de contratação, demissão e aposentadoria de funcionários da Casa dos últimos cinco anos. Em caso de descumprimento, o MP pede à Justiça que se aplique uma multa diária contra o presidente da Assembléia, deputado Nelson Justus (DEM).
A ação foi protocolada ontem numa das Varas da Fazenda Pública de Curitiba.
A ação foi proposta quase dois meses depois do início da publicação da série de reportagens "Diários Secretos" pela Gazeta do Povo e RPCTV. As reportagens revelaram que a Assembléia não disponibiliza os diários oficiais à sociedade, como prevê a Constituição Federal. O objetivo seria ocultar contratações de laranjas e funcionários fantasmas que eram usados num grande esquema de desvio de dinheiro público.
Sem dar publicidade aos atos oficiais, a Assembléia editava atos secretos por meio de diários avulsos (sem numeração e, portanto, sem possibilidade de fiscalização). Também fazia dos diários uma espécie de “máquina do tempo”, onde era possível fazer contratações retroativas até a sete anos ou publicar atos “futuros”. A Assembléia chegou a editar um diário numa data que nunca existiu no calendário.
Diretores e funcionários ouvidos pelo MP confirmaram que o diário da Assembléia não tinha circulação externa. Em depoimento, uma servidora da gráfica disse que, entre 2003 e 2005, passou a numerar os diários avulsos e logo depois recebeu ordens para parar. “(...) Como existiam lacunas na numeração dos atos, poderia ocorrer que um deles, com numeração anterior fosse publicado num diário com número posterior, o que tornaria a seqüência dos atos "publicados" "contraditória”, relatam os promotores que assinam a ação. Eles concluíram que “a falta de numeração dos diários avulsos é proposital”.
Manipulação.
Uma prova da manipulação dos diários está impressa num exemplar avulso de 28 de agosto de 2009, anexado à ação. O documento traz a contratação de uma funcionária para trabalhar no gabinete da 1. ª vice-presidência, chefiada pelo deputado Antônio Anibelli (PMDB), a partir de 1. º de fevereiro de 2007. Essa nomeação só foi publicada dois anos depois.
Neste mesmo diário, a Assembléia demite futuramente um servidor. Apesar de o diário ser de 28 de agosto de 2009, o ato de exoneração é de 31 de agosto. Todos os atos são assinados pelo presidente Nelson Justus e pelo 1. º secretário, Alexandre Curi (PMDB). “Esse absurdo se explica porque, na verdade, os diários avulsos de 31 de julho, 28 de agosto e 31 de agosto foram todos impressos no dia 5 de outubro”, diz um trecho da ação.
Para encobrir esses atos, a Assembléia escondia os diários da sociedade e até mesmo dos deputados estaduais. “A falta de transparência dos diários da Assembléia é tamanha que até mesmo um deputado estadual tem dificuldade de obtê-los, precisando requerer à Mesa Executiva o acesso aos diários avulsos não numerados”, diz um trecho da ação.
A Gazeta do Povo, por diversas vezes, esteve na sede da Assembléia para solicitar os diários e a desculpa para não dar acesso aos documentos era de que o documento estava sendo encadernado ou digitalizado – o que foi registrado em reportagens. “Tal desculpa era mentirosa porque um processo de digitalização e/ou encadernação não demora mais de um ano”, diz outro trecho da ação civil pública.
Os promotores relatam ainda, na ação, que é possível deduzir que “havia muito que esconder nos diários avulsos. Muitos atos de nomeação e exoneração de pseudos funcionários que não deveriam ser conhecidos”.
Para o promotor Mário Schirmer, o fato de esconder os atos é muito grave, pois fere três princípios constitucionais: o da publicidade, da legalidade e da moralidade. “Na medida em que você faz um diário com data retroativa, que não circulou, é porque você não quer dar publicidade àqueles atos. E, se você não quer dar publicidade, é porque quer esconder alguma coisa”, diz o promotor, que assina a ação civil pública junto com a promotora Maria Lúcia Figueiredo Moreira.
Outro lado
A ação foi proposta quase dois meses depois do início da publicação da série de reportagens "Diários Secretos" pela Gazeta do Povo e RPCTV. As reportagens revelaram que a Assembléia não disponibiliza os diários oficiais à sociedade, como prevê a Constituição Federal. O objetivo seria ocultar contratações de laranjas e funcionários fantasmas que eram usados num grande esquema de desvio de dinheiro público.
Sem dar publicidade aos atos oficiais, a Assembléia editava atos secretos por meio de diários avulsos (sem numeração e, portanto, sem possibilidade de fiscalização). Também fazia dos diários uma espécie de “máquina do tempo”, onde era possível fazer contratações retroativas até a sete anos ou publicar atos “futuros”. A Assembléia chegou a editar um diário numa data que nunca existiu no calendário.
Diretores e funcionários ouvidos pelo MP confirmaram que o diário da Assembléia não tinha circulação externa. Em depoimento, uma servidora da gráfica disse que, entre 2003 e 2005, passou a numerar os diários avulsos e logo depois recebeu ordens para parar. “(...) Como existiam lacunas na numeração dos atos, poderia ocorrer que um deles, com numeração anterior fosse publicado num diário com número posterior, o que tornaria a seqüência dos atos "publicados" "contraditória”, relatam os promotores que assinam a ação. Eles concluíram que “a falta de numeração dos diários avulsos é proposital”.
Manipulação.
Uma prova da manipulação dos diários está impressa num exemplar avulso de 28 de agosto de 2009, anexado à ação. O documento traz a contratação de uma funcionária para trabalhar no gabinete da 1. ª vice-presidência, chefiada pelo deputado Antônio Anibelli (PMDB), a partir de 1. º de fevereiro de 2007. Essa nomeação só foi publicada dois anos depois.
Neste mesmo diário, a Assembléia demite futuramente um servidor. Apesar de o diário ser de 28 de agosto de 2009, o ato de exoneração é de 31 de agosto. Todos os atos são assinados pelo presidente Nelson Justus e pelo 1. º secretário, Alexandre Curi (PMDB). “Esse absurdo se explica porque, na verdade, os diários avulsos de 31 de julho, 28 de agosto e 31 de agosto foram todos impressos no dia 5 de outubro”, diz um trecho da ação.
Para encobrir esses atos, a Assembléia escondia os diários da sociedade e até mesmo dos deputados estaduais. “A falta de transparência dos diários da Assembléia é tamanha que até mesmo um deputado estadual tem dificuldade de obtê-los, precisando requerer à Mesa Executiva o acesso aos diários avulsos não numerados”, diz um trecho da ação.
A Gazeta do Povo, por diversas vezes, esteve na sede da Assembléia para solicitar os diários e a desculpa para não dar acesso aos documentos era de que o documento estava sendo encadernado ou digitalizado – o que foi registrado em reportagens. “Tal desculpa era mentirosa porque um processo de digitalização e/ou encadernação não demora mais de um ano”, diz outro trecho da ação civil pública.
Os promotores relatam ainda, na ação, que é possível deduzir que “havia muito que esconder nos diários avulsos. Muitos atos de nomeação e exoneração de pseudos funcionários que não deveriam ser conhecidos”.
Para o promotor Mário Schirmer, o fato de esconder os atos é muito grave, pois fere três princípios constitucionais: o da publicidade, da legalidade e da moralidade. “Na medida em que você faz um diário com data retroativa, que não circulou, é porque você não quer dar publicidade àqueles atos. E, se você não quer dar publicidade, é porque quer esconder alguma coisa”, diz o promotor, que assina a ação civil pública junto com a promotora Maria Lúcia Figueiredo Moreira.
Outro lado
A diretoria de comunicação da Assembléia informou que a Casa só iria se manifestar sobre a ação após ser citada oficialmente. (Karlos Kohlbach, Katia Brembatti, James Alberti e Gabriel Tabatcheik – GAZETA DO POVO- gazetadopovo.com.br)
terça-feira, 11 de maio de 2010
Falando dos fatos
Taquara do Reino
Felizmente a Taquara tem quem olha por ela. – Um anjo da guarda! - Não fosse as constantes cobranças da vereadora Maria do Sindicato, dificilmente aquelas obras sairiam do papel. Sem muito alarde, a vereadora tem estado em constante contato com o prefeito e agora a sua preocupação é com o emoledamento da Vila Rural.
O Célio (véio do Rio) bateu em todas as portas dos vereadores, e pelo visto só a Maria do Sindicato quem lhe deu ouvidos. Ela tem a “promessa” do prefeito que já irá fazer o serviço na Vila Rural (se bem que tem uma porrada de promessas e nada!).
– E coitado do prefeito se não fizer. A Maria não tem medo de trabalhar, vai cobrar quantas vezes forem necessárias. E se bobear até foto ela usa na cobrança.
O que o cidadão precisa saber
Eu em particular, acho que as indicações dos vereadores é pura perda de tempo, de serviço e papel. Primeiro, o prefeito acata se quiser. Segundo, o vereador não é fiscal de obras nem de serviços. O vereador não tem que ficar pedindo pro prefeito pra fazer este ou aquele serviço.
– Ele deveria sim, cobrar mais do prefeito para contratar pessoas capacitadas. Se houvesse uma fiscalização eficiente, se a secretaria de obras conhecesse todos os problemas da cidade, se a secretaria de planejamento de fato planejasse, não precisaria o vereador fazer esta ou aquela indicação.
Na verdade, as indicações estão servindo somente pro vereador dar uma satisfação pro seu eleitor. Resumindo, eu fiz a minha parte, se o prefeito não fez, não é problema meu.
Uma nova modalidade.
A vereadora Mari inovou nas indicações. Agora, ela está protocolando a indicação como uma solicitação de serviço. A resposta tem que vir de qualquer maneira. Ela está agindo como uma cidadã que busca seus direitos, além, é claro, com o “aval” da autoridade de vereadora, que é a própria. – Sacaram?
BIBLIOTECA PÚBLICA.
Alguém ainda se lembra que em Ibiporã tinha uma Biblioteca? - Vejam bem, tinha! - O que está sendo feito? - Ninguém vai dar uma satisfação? - Ah! já entendi: foi uma obra do outro prefeito!!
No ano passado, encaminhei uma denúncia à Câmara, para que a Comissão de Educação verificasse a situação da Biblioteca pública depois dos vendavais de setembro / outubro, na esperança que chegassem a alguma conclusão, devido aos fatos que eu apresentei.
Estranhamente, a Comissão demorou mais de 10 dias para visitar a Biblioteca. Isso porque todos vereadores moram na cidade! – Confesso que fui tolo!
Expliquei detalhadamente os fatos, registrei a legislação pertinente, expliquei o que poderia acontecer se permanecesse a atual situação e como resposta, os dois vereadores da oposição, Divá e Toninho Barbeiro me “deram uma dura”, porque a secretária de cultura (fez uma afirmação antes mesmo do laudo técnico que mostrou as falhas e as possíveis causas do alagamento) disse-lhes “que a culpa era da construtora”. E ponto final!
– A minha denúncia não tinha fundamentação, disseram. - De nada adiantaram meus argumentos, prevaleceu a palavra da secretária. Já o vereador Pauletti, cunhado da secretária, foi mais diplomático, que “devíamos esperar o laudo técnico, etc, etc.”. – Em fim a secretária “os levou no bico”.
Do vereador Divá, até entendo que ele permaneça “neutro”, pois afinal, a Fundação Cultural, andou subsidiando a banda do seu filho. A neutralidade foi seu agradecimento, mas do Toninho e do professor Pauletti, eu esperava mais um pouco de ação.
- Voltarei com mais detalhes (inclusive do Laudo técnico) e assim poderei apontar os verdadeiros culpados.
Felizmente a Taquara tem quem olha por ela. – Um anjo da guarda! - Não fosse as constantes cobranças da vereadora Maria do Sindicato, dificilmente aquelas obras sairiam do papel. Sem muito alarde, a vereadora tem estado em constante contato com o prefeito e agora a sua preocupação é com o emoledamento da Vila Rural.
O Célio (véio do Rio) bateu em todas as portas dos vereadores, e pelo visto só a Maria do Sindicato quem lhe deu ouvidos. Ela tem a “promessa” do prefeito que já irá fazer o serviço na Vila Rural (se bem que tem uma porrada de promessas e nada!).
– E coitado do prefeito se não fizer. A Maria não tem medo de trabalhar, vai cobrar quantas vezes forem necessárias. E se bobear até foto ela usa na cobrança.
O que o cidadão precisa saber
Eu em particular, acho que as indicações dos vereadores é pura perda de tempo, de serviço e papel. Primeiro, o prefeito acata se quiser. Segundo, o vereador não é fiscal de obras nem de serviços. O vereador não tem que ficar pedindo pro prefeito pra fazer este ou aquele serviço.
– Ele deveria sim, cobrar mais do prefeito para contratar pessoas capacitadas. Se houvesse uma fiscalização eficiente, se a secretaria de obras conhecesse todos os problemas da cidade, se a secretaria de planejamento de fato planejasse, não precisaria o vereador fazer esta ou aquela indicação.
Na verdade, as indicações estão servindo somente pro vereador dar uma satisfação pro seu eleitor. Resumindo, eu fiz a minha parte, se o prefeito não fez, não é problema meu.
Uma nova modalidade.
A vereadora Mari inovou nas indicações. Agora, ela está protocolando a indicação como uma solicitação de serviço. A resposta tem que vir de qualquer maneira. Ela está agindo como uma cidadã que busca seus direitos, além, é claro, com o “aval” da autoridade de vereadora, que é a própria. – Sacaram?
BIBLIOTECA PÚBLICA.
Alguém ainda se lembra que em Ibiporã tinha uma Biblioteca? - Vejam bem, tinha! - O que está sendo feito? - Ninguém vai dar uma satisfação? - Ah! já entendi: foi uma obra do outro prefeito!!
No ano passado, encaminhei uma denúncia à Câmara, para que a Comissão de Educação verificasse a situação da Biblioteca pública depois dos vendavais de setembro / outubro, na esperança que chegassem a alguma conclusão, devido aos fatos que eu apresentei.
Estranhamente, a Comissão demorou mais de 10 dias para visitar a Biblioteca. Isso porque todos vereadores moram na cidade! – Confesso que fui tolo!
Expliquei detalhadamente os fatos, registrei a legislação pertinente, expliquei o que poderia acontecer se permanecesse a atual situação e como resposta, os dois vereadores da oposição, Divá e Toninho Barbeiro me “deram uma dura”, porque a secretária de cultura (fez uma afirmação antes mesmo do laudo técnico que mostrou as falhas e as possíveis causas do alagamento) disse-lhes “que a culpa era da construtora”. E ponto final!
– A minha denúncia não tinha fundamentação, disseram. - De nada adiantaram meus argumentos, prevaleceu a palavra da secretária. Já o vereador Pauletti, cunhado da secretária, foi mais diplomático, que “devíamos esperar o laudo técnico, etc, etc.”. – Em fim a secretária “os levou no bico”.
Do vereador Divá, até entendo que ele permaneça “neutro”, pois afinal, a Fundação Cultural, andou subsidiando a banda do seu filho. A neutralidade foi seu agradecimento, mas do Toninho e do professor Pauletti, eu esperava mais um pouco de ação.
- Voltarei com mais detalhes (inclusive do Laudo técnico) e assim poderei apontar os verdadeiros culpados.
- Ah!, tem mais uma. Os vereadores de oposição, como homens públicos, não aceitaram minhas críticas e estão de "biquinho" comigo, como uma criança inconsequente, caprichosa, paparicada. Também não posso culpa-los. É mais fácil resumir a denúncia como "sem fundamentação", do que trabalhar em uma CI(comissão de inquérito) e se aprofundarem no assunto como verdadeiros fiscais do povo. - E, não é só este fato que poderia ser investigado pela comissão de Educação. Outros correlatos também. - É claro, se houvesse interese em trabalhar.
Mais sujeira? – Assim não agüento!
Entidade com sede no Paraná é acusada de desviar R$ 300 milhões em verbas federais.
Em Londrina, dos R$ 34 milhões recebidos pelo Centro Integrado de Apoio Profissional (Ciap), R$ 10 mi foram desviados. Onze pessoas já foram presas, entre elas, o proprietário do CIAP, Dino Carmo.
A Polícia Federal está prendendo, na manhã desta terça-feira (11), envolvidos em um esquema milionário de desvio de recursos federais comandado por uma entidade com sede no Paraná. Trata-se do Centro Integrado de Apoio Profissional (Ciap), sediado em Curitiba, que é suspeito de desviar R$ 300 milhões nos últimos cinco anos – R$ 10 milhões somente em Londrina, onde se concentram as prisões no estado.
O trabalho, batizado de Operação Parceria (em referência ao instrumento jurídico firmado entre a organização e os entes púbicos) é feito ainda nos estados de São Paulo, Goiás, Maranhão e Pará. Segundo a assessoria de comunicação da PF, por volta das 10h45, 11 pessoas já tinham sido presas, sendo cinco em Londrina. Entre os detidos está o proprietário do Ciap, Dinocarme de Oliveira. Ele foi preso na residência dele em Curitiba.
Os policiais estão cumprindo, nesta manhã, 40 mandados de busca e apreensão e 14 mandados de prisão temporária, expedidos pela 2ª Vara Federal Criminal de Curitiba. A investigações e as prisões são feitas em parceria com a Controladoria Geral da União (CGU), o Ministério Público Federal e a Receita Federal.
A polícia diz que, para desviar os recursos para pessoas e empresas do grupo, o Ciap valia-se da condição de Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip), modalidade jurídica para associações civis estabelecerem contratos com os poderes públicos, conhecidos como “termos de parceria”. Segundo as investigações, o Ciap se tornou uma Oscip com o propósito único de se apropriar ilegalmente de verbas recebidas por meio das parcerias com as administrações públicas.
O esquema
De acordo com a Receita Federal, aproximadamente 30% dos recursos recebidos pelo Ciap eram transferidos para uma conta bancária específica da entidade, sob a justificativa de cobrir despesas administrativas. Desta conta, ainda conforme a Receita, a organização fazia retirada de grandes volumes, sempre em dinheiro em espécie e sem identificação, alegando se tratar de pagamento para empresas fornecedoras. Contudo, as investigações apontaram que as empresas pertenciam a parentes ou pessoas de confiança dos responsáveis pelo CIAP.
Segundo a assessoria de imprensa da PF, a estrutura da organização seguia os seguintes passos: “identificação de recursos públicos disponíveis para celebração de termos de parceria ou convênios; atuação prévia de lobistas pertencentes ao grupo para direcionar com favoritismo aos recursos para o CIAP; celebração de “termo de parceria ou convênio” com valores superdimensionados; além de outros artifícios para garantir a apropriação dos recursos recebidos através das parcerias, a organização criminosa estruturou vultosos saques em espécie e movimentações financeiras com a utilização de interpostas pessoas físicas e empresas mantidas pelo grupo; posterior manipulação da contabilidade da OSCIP e da prestação de contas das parcerias para dificultar o rastreamento dos recursos públicos desviados.”
A reportagem entrou em contato com a assessoria de imprensa do Ciap, que ficou de retornar a ligação.
Em Londrina, dos R$ 34 milhões recebidos pelo Centro Integrado de Apoio Profissional (Ciap), R$ 10 mi foram desviados. Onze pessoas já foram presas, entre elas, o proprietário do CIAP, Dino Carmo.
A Polícia Federal está prendendo, na manhã desta terça-feira (11), envolvidos em um esquema milionário de desvio de recursos federais comandado por uma entidade com sede no Paraná. Trata-se do Centro Integrado de Apoio Profissional (Ciap), sediado em Curitiba, que é suspeito de desviar R$ 300 milhões nos últimos cinco anos – R$ 10 milhões somente em Londrina, onde se concentram as prisões no estado.
O trabalho, batizado de Operação Parceria (em referência ao instrumento jurídico firmado entre a organização e os entes púbicos) é feito ainda nos estados de São Paulo, Goiás, Maranhão e Pará. Segundo a assessoria de comunicação da PF, por volta das 10h45, 11 pessoas já tinham sido presas, sendo cinco em Londrina. Entre os detidos está o proprietário do Ciap, Dinocarme de Oliveira. Ele foi preso na residência dele em Curitiba.
Os policiais estão cumprindo, nesta manhã, 40 mandados de busca e apreensão e 14 mandados de prisão temporária, expedidos pela 2ª Vara Federal Criminal de Curitiba. A investigações e as prisões são feitas em parceria com a Controladoria Geral da União (CGU), o Ministério Público Federal e a Receita Federal.
A polícia diz que, para desviar os recursos para pessoas e empresas do grupo, o Ciap valia-se da condição de Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip), modalidade jurídica para associações civis estabelecerem contratos com os poderes públicos, conhecidos como “termos de parceria”. Segundo as investigações, o Ciap se tornou uma Oscip com o propósito único de se apropriar ilegalmente de verbas recebidas por meio das parcerias com as administrações públicas.
O esquema
De acordo com a Receita Federal, aproximadamente 30% dos recursos recebidos pelo Ciap eram transferidos para uma conta bancária específica da entidade, sob a justificativa de cobrir despesas administrativas. Desta conta, ainda conforme a Receita, a organização fazia retirada de grandes volumes, sempre em dinheiro em espécie e sem identificação, alegando se tratar de pagamento para empresas fornecedoras. Contudo, as investigações apontaram que as empresas pertenciam a parentes ou pessoas de confiança dos responsáveis pelo CIAP.
Segundo a assessoria de imprensa da PF, a estrutura da organização seguia os seguintes passos: “identificação de recursos públicos disponíveis para celebração de termos de parceria ou convênios; atuação prévia de lobistas pertencentes ao grupo para direcionar com favoritismo aos recursos para o CIAP; celebração de “termo de parceria ou convênio” com valores superdimensionados; além de outros artifícios para garantir a apropriação dos recursos recebidos através das parcerias, a organização criminosa estruturou vultosos saques em espécie e movimentações financeiras com a utilização de interpostas pessoas físicas e empresas mantidas pelo grupo; posterior manipulação da contabilidade da OSCIP e da prestação de contas das parcerias para dificultar o rastreamento dos recursos públicos desviados.”
A reportagem entrou em contato com a assessoria de imprensa do Ciap, que ficou de retornar a ligação.
Atuação do Ciap
Na página da Internet, um vídeo mostra todas as atividades desenvolvidas pelo Centro Integrado de Apoio Profissional (Ciap) no Brasil. Em Londrina, a entidade gerenciava a contratação de funcionários para a Policlínica, Samu, agentes de endemias, Programa Saúde da Família (PSF) e PSF Indígena e Sistema de Internação Domiciliar. No Paraná, o grupo também atuava em Ibiporã, Guaratuba e Colombo.
O Ciap também tem forte atuação no estado de São Paulo, principalmente, no gerenciamento de serviços ligados à saúde pública. A entidade atua em cidades como São Paulo, Caçapava, Matão, Sertãozinho, Ourinhos e Pirajuí.
O grupo também mantém contratos com governos do Mato Grosso e Maranhão. Nestes dois estados, o Ciap gerencia a contratação de servidores para o Detran.( Daniel Costa – Jornal de Londrina)
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Argentina veta comida importada do Brasil
Nova barreira Argentina entra em vigor no próximo mês e País avisa que vai retaliar.
Depois de um período de trégua, as desavenças comerciais entre Brasil e Argentina estão de volta. O governo argentino decidiu proibir a entrada de alimentos importados que possuam similares produzidos localmente. A notícia preocupa as autoridades brasileiras, que já prometem retaliar.
"Essa decisão sequer foi informada ao Brasil, conforme o acordado entre os dois presidentes. Vamos retaliar", disse fonte do governo brasileiro. Segundo essa fonte, a reação brasileira vai atingir alimentos similares aos proibidos pelos argentinos.
A barreira argentina começa a vigorar no próximo mês. A partir do dia 10 de junho, inspetores da Secretaria de Comércio da Argentina vão percorrer as gôndolas de supermercados, armazéns e lojas de conveniências, para conferir se estão sendo vendidos alimentos importados sem similar nacional.
Serão atingidos produtos brasileiros, como frutas, milho e tomate enlatados. Os consumidores argentinos deixarão de ter acesso a esse tipo de produto importado. Itens como suco de maracujá ou castanha de caju - inexistentes no território argentino - ainda serão permitidos.
O secretário de Comércio da Argentina, Guillermo Moreno, reuniu-se com os diretores dos supermercados e anunciou que a proibição vale a partir de 1º de junho. Homem de confiança da presidente Cristina Kirchner, ele comunicou a decisão apenas verbalmente.
As grandes redes de super-mercados serão as mais afetadas. Apesar de representarem uma pequena parte da oferta total, os alimentos importados são essenciais para atrair os clientes. Uma pesquisa do site do jornal La Nación indicou que 73,9% dos internautas discordam da medida do governo Kirchner.
Os importadores também criticaram a decisão e pediram "mais clareza e transparência". "Corremos o risco de desabastecimento de produtos como carnes de frango e suína, das quais temos produção local, mas não o suficiente", segunto o presidente da Câmara dos Importadores da República Argentina (CIRA), Diego Pérez Santisteban.
Na imprensa argentina, Moreno já notificou a Administração Nacional de Medicamentos Alimentos e Tecnologia Médica (Anmat) e o Instituto Nacional dos Alimentos (INAL). Subordinado ao ministério da Saúde, o INAL libera os certificados de importação de alimentos. Moreno deu ordens para que os certificados sejam encaminhados a sua secretaria.
O economista Maurício Claveri, da consultoria Abeceb.com, ressaltou que, ao contrário de medidas protecionistas tradicionais, as proibições aos alimentos importados são feitas "por uma ordem da qual não fica registro algum". "É uma ferramenta não convencional que fica no limite da legalidade da OMC (Organização Mundial de Comércio)", disse Claveri.
Desde o final de 2008, quando o impacto da crise global chegou ao Mercosul, empresários brasileiros enfrentam dificuldades para vender seus produtos a Argentina por causa da aplicação de licenças não-automáticas de importação. Depois de sofrer retaliação do Brasil, os argentinos agilizaram a liberação das licenças, mas setores relatam que a demora voltar a se agravar.
Na sexta-feira, foi realizada em Buenos Aires uma reunião da Comissão de Monitoramento do Comércio entre Brasil e Argentina. O secretário executivo do Ministério do Desenvolvimento, Ivan Ramalho, disse após a reunião que não havia sido informado oficialmente pelo governo argentino sobre a restrição aos alimentos importado.
"No momento, existem rumores. E, embora sejam somente rumores, expressei nossa preocupação", disse Ramalho. Ele se reuniu com o secretário da Indústria da Argentina, Eduardo Bianchi, que também acrescentou que, no âmbito de sua pasta, não havia definições sobre o caso.
De janeiro a abril, o Brasil exportou US$ 4,8 bilhões para a Argentina, uma alta de 58,5% em relação a igual período de 2009, o que indica forte recuperação das vendas após a crise. Em contrapartida, importou US$ 4,3 bilhões do vizinho, um aumento de 40,4%. (Raquel Landim de São Paulo e Ariel Palacios de Buenos Aires - O Estado de S.Paulo)
Temos Soberania?
Analizando a notícia aí em cima, infelizmente, chegamos a conlcusão que o Brasil é o saco de pancadas do Mercosul, Merconorte, Mercomerda, ete cétera, ete cétera. O Mercosul é reunião de um bando de ditadores modernos, travestidos de pseudos democratas. É um blefe, uma sociedade cavernosa falida, boa apenas para a Argentina que vende carros ao Brasil e assim evita a quebra de sua indústria automobilística, como tem acontecido nos últimos anos.
A Argentina sempre rasgou os contratos comerciais com o Brasil e nós estamos sempre amarrados comercialmente no âmbito do Mercosul por conta das regras estabelecidas; enquanto os Argentinos se sentem livres para estabelecer acordos comerciais com outros países, o "governo" Lula sempre cede a pressão Argentina. - Deixem eles boicotarem! - Quem tem maior população, nós ou eles? - Quem está precisando sobreviver, nós ou eles? -Significa tanto assim as vendas para a Argentina? - Então, já que os "hermanos" estão fazendo "bico doce" com nossos produtos, está na hora do Brasil oferecer para Mahamoud Ahamadinejad o excedente que os argentinos vão boicotar.
Aliás, ceder, tem sido uma constante do Lula. Cede a todos os países da América do Sul e Central de linha esquerda, cede prá todos. A Bolívia tomou na marra a exploração de gás da PETROBRAS, majorou os preços, em breve fará chantagens querendo racionalizar o gás sob o pretexto da "soberania boliviana".
– Mas, e a soberania brasileira? - Lula ignorou a nossa soberania que sendo pisoteada pelo chefe indígena Morales (nada contras os índios) e mesmo assim doou mais de R$ 350 milhões para eles construírem estradas, enquanto as nossas estão na maior merda.
Americanos deitam e rolam nos acordos de produtos agrícolas; boicotam as praias do Guarujá, orientando os americanos a não visitar esta parte do litoral paulista, devido a uma onda de crimes, enquanto o Brasil sequer faz uma menção aos turistas brasileiros a respeito do risco de atentados terroristas nos EUA. – Porque agir assim? – Só prá receber um tapinha nas costas de Obama e num ato combinado o homão dizer ao mundo: It’s a men?(este é o cara)
A parceria de exploração de petróleo no nosso nordeste, entre o Brasil e a Venezuela do bufante Hugo Chaves, até agora, somente o Brasil entrou com o dinheiro. Não duvidem nada, daqui a pouco o doidão venezuelano vai requisitar somente prá ele a posse desta exploração.
Na Venezuela do Hugo Chavez, a deterioração do país caminha à passos largos, economia em queda vertiginosa, a inflação é a segunda maior do mundo, falta de energia elétrica, faltam alimentos nos super-mercados. Está virando Cuba, militares cubanos ocupando postos dentro das forças armadas do país, funcionários cubanos em cargos estratégicos do serviço publico venezuelano. Isso tudo atesta a incompetencia do governo de esquerda do Chavez. A esquerda é uma farsa perigosa. - SERÁ QUE É ESTE O APOIO QUE CHAVES DECLAROU A DILMA? - Cá entre nós, vocês não acham que este apoio é perigoso prá todos os projetos da Dilmãe do PAC?
Em 2010 vamos tirar os petralhas do caminho do Brasil. - vamos ter mudanças logo mais, para o bem do país.
A Argentina sempre rasgou os contratos comerciais com o Brasil e nós estamos sempre amarrados comercialmente no âmbito do Mercosul por conta das regras estabelecidas; enquanto os Argentinos se sentem livres para estabelecer acordos comerciais com outros países, o "governo" Lula sempre cede a pressão Argentina. - Deixem eles boicotarem! - Quem tem maior população, nós ou eles? - Quem está precisando sobreviver, nós ou eles? -Significa tanto assim as vendas para a Argentina? - Então, já que os "hermanos" estão fazendo "bico doce" com nossos produtos, está na hora do Brasil oferecer para Mahamoud Ahamadinejad o excedente que os argentinos vão boicotar.
Aliás, ceder, tem sido uma constante do Lula. Cede a todos os países da América do Sul e Central de linha esquerda, cede prá todos. A Bolívia tomou na marra a exploração de gás da PETROBRAS, majorou os preços, em breve fará chantagens querendo racionalizar o gás sob o pretexto da "soberania boliviana".
– Mas, e a soberania brasileira? - Lula ignorou a nossa soberania que sendo pisoteada pelo chefe indígena Morales (nada contras os índios) e mesmo assim doou mais de R$ 350 milhões para eles construírem estradas, enquanto as nossas estão na maior merda.
Americanos deitam e rolam nos acordos de produtos agrícolas; boicotam as praias do Guarujá, orientando os americanos a não visitar esta parte do litoral paulista, devido a uma onda de crimes, enquanto o Brasil sequer faz uma menção aos turistas brasileiros a respeito do risco de atentados terroristas nos EUA. – Porque agir assim? – Só prá receber um tapinha nas costas de Obama e num ato combinado o homão dizer ao mundo: It’s a men?(este é o cara)
A parceria de exploração de petróleo no nosso nordeste, entre o Brasil e a Venezuela do bufante Hugo Chaves, até agora, somente o Brasil entrou com o dinheiro. Não duvidem nada, daqui a pouco o doidão venezuelano vai requisitar somente prá ele a posse desta exploração.
Na Venezuela do Hugo Chavez, a deterioração do país caminha à passos largos, economia em queda vertiginosa, a inflação é a segunda maior do mundo, falta de energia elétrica, faltam alimentos nos super-mercados. Está virando Cuba, militares cubanos ocupando postos dentro das forças armadas do país, funcionários cubanos em cargos estratégicos do serviço publico venezuelano. Isso tudo atesta a incompetencia do governo de esquerda do Chavez. A esquerda é uma farsa perigosa. - SERÁ QUE É ESTE O APOIO QUE CHAVES DECLAROU A DILMA? - Cá entre nós, vocês não acham que este apoio é perigoso prá todos os projetos da Dilmãe do PAC?
Em 2010 vamos tirar os petralhas do caminho do Brasil. - vamos ter mudanças logo mais, para o bem do país.
País deve ter em 2011, seguro específico para baixa renda.
Modalidade aguarda regulamentação do Congresso para ser vendida, mas mercado já prepara produtos.
Os cerca de 100 milhões de brasileiros que integram as classes sociais de baixa renda devem contar, a partir de 2011, com seguros específicos justamente para quem tem pouco poder aquisitivo. A viabilização dos chamados microsseguros aguarda a aprovação do Congresso Nacional, que analisa o projeto desde 2009.Basicamente, a ideia do microsseguro, muito disseminada na Índia, é atender aqueles que recebem até três salários mínimos, com prestações de, no máximo, R$ 10 ao mês.
Para Lauro Gonzalez, coordenador do Centro de Estudos em Microfinanças da Fundação Getúlio Vargas (FGV), a configuração que a sociedade e a economia brasileira estão tomando torna emergencial a entrada do produto no mercado."A ascensão da classe D para a C ainda é instável. Essa parcela da população está sujeita a tempestades e crises e o seguro vem para proteger o cidadão desse risco", explica.
De acordo com a Superintendência de Seguros Privados (Susep), produtos como seguros de vida, acidentes pessoais, prestamistas (entre outras coisas, protege contra inadimplência no crédito) e assistência funeral são os principais candidatos para esse segmento de mercado.Pedro Vitali, consultor de seguros, também aposta no sucesso dos microsseguros de patrimônio. "Ou seja, seguro para os equipamentos do pequeno negócio, ou até mesmo do conteúdo da sua casa", diz.
Dessa forma, segundo Vitali, a economia como um todo ganha. "O seguro tem um papel social muito importante, sobretudo quando falamos de baixa renda. Com a disseminação do produto, fica garantida a preservação do meio de produção", diz. Ele explica que, por exemplo, se pega fogo no negócio de uma pessoa de baixa renda, dificilmente ela terá capital para refazer o estabelecimento. "O seguro garante que o negócio será remontado", pondera.Gonzalez acrescenta dizendo que, com o seguro do negócio, também há mais chance de o pequeno empreendedor investir no aumento da sua produção.
A Susep reforça a importância de os contratos de microsseguros serem escritos de forma clara e numa linguagem menos técnica para que não ocorra dificuldade de entendimento.Nesse contexto, Gonzalez, da FGV, considera que, com a regulamentação do microsseguro, deverão ser criadas seguradoras especializadas no produto. "Microfinanças como um todo exige muita inovação e não casa com a cultura de grandes bancos, que têm diversos produtos para administrar", avalia.
Ele frisa que é preciso "desenhar novos produtos e não remontar os que já existem." A Susep concorda. "A intenção é que haja a entrada de novas operadoras de forma a garantir a expansão da oferta de produtos", afirma, por meio de nota.
Largada. O Itaú Unibanco, porém, corre pela beirada e, segundo o diretor de Pessoa Física, Luiz Fernando Butori, já desenvolve microsseguro à espera da liberação da nova legislação. "2011 será o ano do microsseguro", diz Butori. A aposta do banco deve ficar entre os prestamistas e os de vida. "Vamos lançar produtos cada vez mais populares", completa.
Hoje, o Bradesco já comercializa um seguro popular similar ao microsseguro para proteger a vida de trabalhadores de baixa renda. O produto pode ser adquirido por até R$ 3,50 ao mês e a apólice chega a R$ 20 mil em caso de morte.
Já ouviu falar em microsseguro?
A partir de 2011, se o Congresso aprovar a regulamentação que lá tramita desde 2009, o brasileiro poderá adquirir o chamado microsseguro. Você sabe o que é isso? Microsseguro (que já é muito famoso na Índia) é um tipo de seguro focado para pessoas de baixa renda. Com prestações bem baixas e apólices consideráveis. Abaixo uma comparação entre o seguro popular (que já existe no Brasil) e a nova modalidade.
Seguro Popular: tem um custo reduzido e, muitas vezes, é vendido por meio de canais alternativos, como cartões de crédito e contas de concessionárias de serviços públicos. Mas qualquer um pode ter acesso. Uma pessoa da classe média, por exemplo, pode contratar um seguro popular.
Microsseguro: será destinado especificamente para pessoas de baixa renda. Para isso, o produto contará com incentivo fiscal, para que as prestações sejam bem baixas. Além disso, o produto terá de ser muito simples e o contrato escrito de forma clara e em linguagem menos técnica. (Roberta Scrivano, de O Estado de S. Paulo) .
Modalidade aguarda regulamentação do Congresso para ser vendida, mas mercado já prepara produtos.
Os cerca de 100 milhões de brasileiros que integram as classes sociais de baixa renda devem contar, a partir de 2011, com seguros específicos justamente para quem tem pouco poder aquisitivo. A viabilização dos chamados microsseguros aguarda a aprovação do Congresso Nacional, que analisa o projeto desde 2009.Basicamente, a ideia do microsseguro, muito disseminada na Índia, é atender aqueles que recebem até três salários mínimos, com prestações de, no máximo, R$ 10 ao mês.
Para Lauro Gonzalez, coordenador do Centro de Estudos em Microfinanças da Fundação Getúlio Vargas (FGV), a configuração que a sociedade e a economia brasileira estão tomando torna emergencial a entrada do produto no mercado."A ascensão da classe D para a C ainda é instável. Essa parcela da população está sujeita a tempestades e crises e o seguro vem para proteger o cidadão desse risco", explica.
De acordo com a Superintendência de Seguros Privados (Susep), produtos como seguros de vida, acidentes pessoais, prestamistas (entre outras coisas, protege contra inadimplência no crédito) e assistência funeral são os principais candidatos para esse segmento de mercado.Pedro Vitali, consultor de seguros, também aposta no sucesso dos microsseguros de patrimônio. "Ou seja, seguro para os equipamentos do pequeno negócio, ou até mesmo do conteúdo da sua casa", diz.
Dessa forma, segundo Vitali, a economia como um todo ganha. "O seguro tem um papel social muito importante, sobretudo quando falamos de baixa renda. Com a disseminação do produto, fica garantida a preservação do meio de produção", diz. Ele explica que, por exemplo, se pega fogo no negócio de uma pessoa de baixa renda, dificilmente ela terá capital para refazer o estabelecimento. "O seguro garante que o negócio será remontado", pondera.Gonzalez acrescenta dizendo que, com o seguro do negócio, também há mais chance de o pequeno empreendedor investir no aumento da sua produção.
A Susep reforça a importância de os contratos de microsseguros serem escritos de forma clara e numa linguagem menos técnica para que não ocorra dificuldade de entendimento.Nesse contexto, Gonzalez, da FGV, considera que, com a regulamentação do microsseguro, deverão ser criadas seguradoras especializadas no produto. "Microfinanças como um todo exige muita inovação e não casa com a cultura de grandes bancos, que têm diversos produtos para administrar", avalia.
Ele frisa que é preciso "desenhar novos produtos e não remontar os que já existem." A Susep concorda. "A intenção é que haja a entrada de novas operadoras de forma a garantir a expansão da oferta de produtos", afirma, por meio de nota.
Largada. O Itaú Unibanco, porém, corre pela beirada e, segundo o diretor de Pessoa Física, Luiz Fernando Butori, já desenvolve microsseguro à espera da liberação da nova legislação. "2011 será o ano do microsseguro", diz Butori. A aposta do banco deve ficar entre os prestamistas e os de vida. "Vamos lançar produtos cada vez mais populares", completa.
Hoje, o Bradesco já comercializa um seguro popular similar ao microsseguro para proteger a vida de trabalhadores de baixa renda. O produto pode ser adquirido por até R$ 3,50 ao mês e a apólice chega a R$ 20 mil em caso de morte.
Já ouviu falar em microsseguro?
A partir de 2011, se o Congresso aprovar a regulamentação que lá tramita desde 2009, o brasileiro poderá adquirir o chamado microsseguro. Você sabe o que é isso? Microsseguro (que já é muito famoso na Índia) é um tipo de seguro focado para pessoas de baixa renda. Com prestações bem baixas e apólices consideráveis. Abaixo uma comparação entre o seguro popular (que já existe no Brasil) e a nova modalidade.
Seguro Popular: tem um custo reduzido e, muitas vezes, é vendido por meio de canais alternativos, como cartões de crédito e contas de concessionárias de serviços públicos. Mas qualquer um pode ter acesso. Uma pessoa da classe média, por exemplo, pode contratar um seguro popular.
Microsseguro: será destinado especificamente para pessoas de baixa renda. Para isso, o produto contará com incentivo fiscal, para que as prestações sejam bem baixas. Além disso, o produto terá de ser muito simples e o contrato escrito de forma clara e em linguagem menos técnica. (Roberta Scrivano, de O Estado de S. Paulo) .
quarta-feira, 5 de maio de 2010
FINANÇAS - Alerta Internacional.
Financial Time publica caderno especial sobre o Brasil.
O jornal britânico Financial Times publicará nesta quinta-feira, 6, um caderno especial sobre o Brasil, abordando o tema da infra-estrutura. O diário afirmará que o Brasil tem “um futuro brilhante que por pouco ainda está fora de alcance”, devido à falta de entrosamento entre os governos federal, estaduais e municipais. O texto também abordará os problemas da obtenção de licenças ambientais e na relação com o Tribunal de Contas da União.
“O progresso tem sido lento, mas o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) não é um fracasso”, afirmará o correspondente do FT no Brasil, Jonathan Wheatley. O argumento é de que mesmo os críticos afirmam que o programa gera empregos e dá uma visão clara a respeito das necessidades de infra-estrutura.
A reportagem trará um gráfico destrinchando a evolução da primeira versão do PAC, programa que inicialmente previu investimentos de R$ 504 bilhões e empregou R$ 257 bilhões (considerando as obras acabadas; até o final do ano passado. Ao longo da implantação do plano, algumas áreas acabaram ganhando mais importância. Por exemplo, em 2007 a projeção era gastar 21,1% do orçamento do PAC em habitação; até agora, as despesas com financiamento imobiliário correspondem a 53,5%).
A reportagem informa os leitores do jornal que Dilma Rousseff foi chamada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva de “mãe do PAC” e acrescenta que “a sorte dela (nas eleições presidenciais) está estreitamente ligada ao sucesso do programa”. (5 de maio de 2010 Sílvio Guedes Crespo- agencia Estado)
O jornal britânico Financial Times publicará nesta quinta-feira, 6, um caderno especial sobre o Brasil, abordando o tema da infra-estrutura. O diário afirmará que o Brasil tem “um futuro brilhante que por pouco ainda está fora de alcance”, devido à falta de entrosamento entre os governos federal, estaduais e municipais. O texto também abordará os problemas da obtenção de licenças ambientais e na relação com o Tribunal de Contas da União.
“O progresso tem sido lento, mas o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) não é um fracasso”, afirmará o correspondente do FT no Brasil, Jonathan Wheatley. O argumento é de que mesmo os críticos afirmam que o programa gera empregos e dá uma visão clara a respeito das necessidades de infra-estrutura.
A reportagem trará um gráfico destrinchando a evolução da primeira versão do PAC, programa que inicialmente previu investimentos de R$ 504 bilhões e empregou R$ 257 bilhões (considerando as obras acabadas; até o final do ano passado. Ao longo da implantação do plano, algumas áreas acabaram ganhando mais importância. Por exemplo, em 2007 a projeção era gastar 21,1% do orçamento do PAC em habitação; até agora, as despesas com financiamento imobiliário correspondem a 53,5%).
A reportagem informa os leitores do jornal que Dilma Rousseff foi chamada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva de “mãe do PAC” e acrescenta que “a sorte dela (nas eleições presidenciais) está estreitamente ligada ao sucesso do programa”. (5 de maio de 2010 Sílvio Guedes Crespo- agencia Estado)
Águas da chuvas
Porque não aproveitá-las?
Espero que em breve a água mineral corra por todas torneiras da cidade. Isto me foi confidenciado por “alto” funcionário do Samae, “até agosto, tudo estará pronto”, afirmou o funcionário. - Glórias ao SENHOR!
Entretanto, a população não pode ficar acomodada por ter este benefício: - água mineral nas torneiras. – Aí que mora o perigo! – Já imaginaram lavar a calçada, o carro, dar descarga na privada, irrigar o jardim e as flores, usando água mineral? – Ou então, no parque industrial, as empresas abusando da água mineral nas lavagens mais grosseiras? - Aliás, está na hora de aprimorar a lei de concessão de uso de terrenos para instalação de indústrias, e todas elas serem obrigadas possuir captação de águas pluviais (das chuvas), não só isto. O abastecimento de hidrantes também com esta captação. Só prá deixar registrado:- quando eu trabalhava na Câmara, eu já deixei esta emenda na referida Lei! – É só por em votação! - Tão esperando o que?
- Pois é, o perigo está justamente na despreocupação do gasto com a água mineral. - Está na hora de pensarmos em novas alternativas financeira e ecologicamente corretas para conservarmos este precioso líquido. - Conversando com o vereador Pauleti, sugeri-lhe que apresente uma proposta ao prefeito para que se viabilize um “projeto piloto” de instalação de captação de águas das chuvas nas residências.
Vou explicar.
Em determinados pontos da cidade, escolha algumas residências, de várias camadas sociais (por isso denominado projeto piloto). A exemplo do que ocorre no nordeste do Brasil, onde os moradores captam águas das chuvas através de calhas e a armazena nas cisternas, proceda da mesma maneira. Os custos de implantação poderiam ser absorvidos pelo Samae (neste projeto), pois afinal, a autarquia será beneficiada também ou quem sabe, uma parceira com o morador. Faça todos os controles, acompanhe os dados do hidrômetro, em fim, tudo quanto necessário para detalhamento de uma planilha de custos. – NÃO PODE FAZER PARTE DESTE PROJETO, A PANELINHA DOS PUXA SACO!
Pode parecer absurdo para uma cidade tão rica em mananciais. - Mas raciocinem comigo. Considerando que a maioria das residências consomem até 10 m³ por mês, o morador precisaria fazer uma caixa de 2,5 mt. X 2,5 X 1,5 de altura, o que resultaria num depósito de 9,38 m³ de água. Na construção, poderia ser usada placa de concreto pré-moldado, alvenaria, caixas especiais, conforme as condições do cidadão. Para o bombeamento, existem bombas submersas e baratas e a utilização ficaria a critério do morador. Em curto prazo, o investimento se paga pela economia feita.
Espero que em breve a água mineral corra por todas torneiras da cidade. Isto me foi confidenciado por “alto” funcionário do Samae, “até agosto, tudo estará pronto”, afirmou o funcionário. - Glórias ao SENHOR!
Entretanto, a população não pode ficar acomodada por ter este benefício: - água mineral nas torneiras. – Aí que mora o perigo! – Já imaginaram lavar a calçada, o carro, dar descarga na privada, irrigar o jardim e as flores, usando água mineral? – Ou então, no parque industrial, as empresas abusando da água mineral nas lavagens mais grosseiras? - Aliás, está na hora de aprimorar a lei de concessão de uso de terrenos para instalação de indústrias, e todas elas serem obrigadas possuir captação de águas pluviais (das chuvas), não só isto. O abastecimento de hidrantes também com esta captação. Só prá deixar registrado:- quando eu trabalhava na Câmara, eu já deixei esta emenda na referida Lei! – É só por em votação! - Tão esperando o que?
- Pois é, o perigo está justamente na despreocupação do gasto com a água mineral. - Está na hora de pensarmos em novas alternativas financeira e ecologicamente corretas para conservarmos este precioso líquido. - Conversando com o vereador Pauleti, sugeri-lhe que apresente uma proposta ao prefeito para que se viabilize um “projeto piloto” de instalação de captação de águas das chuvas nas residências.
Vou explicar.
Em determinados pontos da cidade, escolha algumas residências, de várias camadas sociais (por isso denominado projeto piloto). A exemplo do que ocorre no nordeste do Brasil, onde os moradores captam águas das chuvas através de calhas e a armazena nas cisternas, proceda da mesma maneira. Os custos de implantação poderiam ser absorvidos pelo Samae (neste projeto), pois afinal, a autarquia será beneficiada também ou quem sabe, uma parceira com o morador. Faça todos os controles, acompanhe os dados do hidrômetro, em fim, tudo quanto necessário para detalhamento de uma planilha de custos. – NÃO PODE FAZER PARTE DESTE PROJETO, A PANELINHA DOS PUXA SACO!
Pode parecer absurdo para uma cidade tão rica em mananciais. - Mas raciocinem comigo. Considerando que a maioria das residências consomem até 10 m³ por mês, o morador precisaria fazer uma caixa de 2,5 mt. X 2,5 X 1,5 de altura, o que resultaria num depósito de 9,38 m³ de água. Na construção, poderia ser usada placa de concreto pré-moldado, alvenaria, caixas especiais, conforme as condições do cidadão. Para o bombeamento, existem bombas submersas e baratas e a utilização ficaria a critério do morador. Em curto prazo, o investimento se paga pela economia feita.
Não é só isto. - Temos que aprofundar mais no lixo orgânico das residências, um trabalho adotado na Austrália já há muito tempo. Em breve retornarei ao assunto.
Investigação da Polícia Federal
PF liga Tuma Júnior a suposto chefe da máfia chinesa.
Relação foi mapeada ao longo de seis meses de investigação.
Gravações telefônicas e e-mails interceptados pela Polícia Federal (PF) durante investigação sobre contrabando ligam o secretário nacional de Justiça, Romeu Tuma Júnior, ao principal alvo da operação, Li Kwok Kwen, apontado como um dos chefes da máfia chinesa em São Paulo. A relação de Tuma Júnior com Kwen, conhecido como Paulo Li, foi mapeada ao longo dos seis meses da investigação que deu origem à Operação Wei Jin (trazer mercadoria proibida, em chinês), deflagrada em setembro de 2009.
Paulo Li foi preso com mais 13 pessoas sob acusação de comandar quadrilha especializada no contrabando de telefones celulares falsificados, procedentes da China. Ao ser detido, Paulo Li telefonou para Tuma Júnior na frente dos agentes federais que cumpriam o mandado. Dias após a prisão, ao saber que seu nome poderia ter aparecido no inquérito, Tuma Júnior ligou para a Superintendência da PF em São Paulo, onde corria a investigação, e pediu para ser ouvido.
O depoimento foi tomado num sábado, para evitar exposição. Ele declarou que não sabia de atividades ilegais de Li. O surgimento do nome Tuma Júnior no inquérito seguia em segredo até agora. O esquema, estimou a PF à época, envolvia R$ 1,2 milhão por mês. Os aparelhos eram vendidos no comércio paralelo de São Paulo e no Nordeste. Denunciado pelo Ministério Público Federal (MPF) pelos crimes de formação de quadrilha e descaminho, Paulo Li seguia preso até ontem.
Paulo Li, que de acordo com as investigações também ganhava dinheiro intermediando a emissão de vistos permanentes para chineses em situação ilegal no País, tinha livre trânsito na secretaria. Segundo o inquérito, Li conseguia acelerar processos em tramitação no Departamento de Estrangeiros, órgão subordinado diretamente ao secretário. Os telefonemas também revelam Tuma Júnior como cliente assíduo do esquema: sem hesitar, ele fazia encomendas por telefone de aparelhos celulares, computador e até videogame.
Ministério
Procurada pela reportagem, a assessoria do Ministério da Justiça afirma, em nota, que não há investigação nem pedido de interceptação telefônica contra o secretário Romeu Tuma Júnior, mas sim “trechos de conversas do secretário com um alvo da Polícia Federal”.
“A Assessoria de Comunicação do Ministério da Justiça informa que não há, na Polícia Federal, investigação nem pedido de interceptação telefônica contra o secretário nacional de Justiça Romeu Tuma Júnior, mas que trechos de conversas do secretário com um alvo investigado foram captadas pela PF, em inquérito que corre sob sigilo”, limitou-se a dizer o ministério.
Horas antes, depois de contato telefônico informando o teor da reportagem, a reportagem havia enviado 15 perguntas destinadas a Tuma Júnior e ao diretor do Departamento de Estrangeiros, Luciano Pestana. O ministério não informou a razão pela qual preferiu não responder (05/05/2010 Agência Estado)
Relação foi mapeada ao longo de seis meses de investigação.
Gravações telefônicas e e-mails interceptados pela Polícia Federal (PF) durante investigação sobre contrabando ligam o secretário nacional de Justiça, Romeu Tuma Júnior, ao principal alvo da operação, Li Kwok Kwen, apontado como um dos chefes da máfia chinesa em São Paulo. A relação de Tuma Júnior com Kwen, conhecido como Paulo Li, foi mapeada ao longo dos seis meses da investigação que deu origem à Operação Wei Jin (trazer mercadoria proibida, em chinês), deflagrada em setembro de 2009.
Paulo Li foi preso com mais 13 pessoas sob acusação de comandar quadrilha especializada no contrabando de telefones celulares falsificados, procedentes da China. Ao ser detido, Paulo Li telefonou para Tuma Júnior na frente dos agentes federais que cumpriam o mandado. Dias após a prisão, ao saber que seu nome poderia ter aparecido no inquérito, Tuma Júnior ligou para a Superintendência da PF em São Paulo, onde corria a investigação, e pediu para ser ouvido.
O depoimento foi tomado num sábado, para evitar exposição. Ele declarou que não sabia de atividades ilegais de Li. O surgimento do nome Tuma Júnior no inquérito seguia em segredo até agora. O esquema, estimou a PF à época, envolvia R$ 1,2 milhão por mês. Os aparelhos eram vendidos no comércio paralelo de São Paulo e no Nordeste. Denunciado pelo Ministério Público Federal (MPF) pelos crimes de formação de quadrilha e descaminho, Paulo Li seguia preso até ontem.
Paulo Li, que de acordo com as investigações também ganhava dinheiro intermediando a emissão de vistos permanentes para chineses em situação ilegal no País, tinha livre trânsito na secretaria. Segundo o inquérito, Li conseguia acelerar processos em tramitação no Departamento de Estrangeiros, órgão subordinado diretamente ao secretário. Os telefonemas também revelam Tuma Júnior como cliente assíduo do esquema: sem hesitar, ele fazia encomendas por telefone de aparelhos celulares, computador e até videogame.
Ministério
Procurada pela reportagem, a assessoria do Ministério da Justiça afirma, em nota, que não há investigação nem pedido de interceptação telefônica contra o secretário Romeu Tuma Júnior, mas sim “trechos de conversas do secretário com um alvo da Polícia Federal”.
“A Assessoria de Comunicação do Ministério da Justiça informa que não há, na Polícia Federal, investigação nem pedido de interceptação telefônica contra o secretário nacional de Justiça Romeu Tuma Júnior, mas que trechos de conversas do secretário com um alvo investigado foram captadas pela PF, em inquérito que corre sob sigilo”, limitou-se a dizer o ministério.
Horas antes, depois de contato telefônico informando o teor da reportagem, a reportagem havia enviado 15 perguntas destinadas a Tuma Júnior e ao diretor do Departamento de Estrangeiros, Luciano Pestana. O ministério não informou a razão pela qual preferiu não responder (05/05/2010 Agência Estado)
LEI DA RESPONSABILIDADE FISCAL
Comissão do Senado aprova projeto que altera Lei de Responsabilidade Fiscal.
Proposta permite que Estados façam novos empréstimos mesmo com seus limites de endividamento atingidos.
BRASÍLIA - A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado aprovou nesta terça-feira, 4, projeto que altera a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e permite que os Estados, mesmo tendo seus limites de endividamento estourados, façam novos empréstimos se o dinheiro for utilizado em programas para modernizar a administração pública e reduzir despesas. A matéria, que no início do mês passado já havia sido aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), vai agora a plenário.
Segundo o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), o autor da proposta, a medida não significa o afrouxamento dos termos da lei. "O objetivo é promover um aperfeiçoamento da lei, sem em nada relaxar ou flexibilizar sua aplicação", disse o senador, ressalvando que as operações continuarão submetidas aos demais limites e condições estabelecidos pela LRF.
"Ainda que o limite de endividamento tenha sido alcançado, a idéia é permitir que os Estados possam contrair financiamentos, nacionais ou internacionais, desde que os recursos sejam aplicados para a modernização da gestão e redução de despesa", disse Tasso.
De acordo com a proposta do senador, os financiamentos poderão ser contraídos por intermédio de instituições federais ou de organismos financeiros multilaterais, com aval da União.O senador acrescentou que o objetivo é dar aos Estados e ao Distrito Federal o mesmo tratamento já dispensado pela Lei de Responsabilidade Fiscal aos municípios, ampliando a abrangência do apoio federal para iniciativas de modernização da gestão pública.
O projeto prevê também que esse apoio não deve se limitar apenas à administração da receita (tributária, financeira, patrimonial e previdenciária), mas também alcançar a racionalização do gasto público, sobretudo nas áreas sociais.
Outra mudança aprovada amplia a capacidade de a empresa estatal que não dependa do Tesouro Nacional prestar garantia às suas subsidiárias. De acordo com o senador, a mudança evita interpretações que têm dificultado o apoio financeiro para investimentos, especialmente na área de infra-estrutura, realizados por intermédio de empreendimentos conjuntos de empresas públicas e privadas. A LRF foi sancionada pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso em maio de 2000. (Ana Paula Scinocca, da Agência Estado )
Proposta permite que Estados façam novos empréstimos mesmo com seus limites de endividamento atingidos.
BRASÍLIA - A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado aprovou nesta terça-feira, 4, projeto que altera a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e permite que os Estados, mesmo tendo seus limites de endividamento estourados, façam novos empréstimos se o dinheiro for utilizado em programas para modernizar a administração pública e reduzir despesas. A matéria, que no início do mês passado já havia sido aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), vai agora a plenário.
Segundo o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), o autor da proposta, a medida não significa o afrouxamento dos termos da lei. "O objetivo é promover um aperfeiçoamento da lei, sem em nada relaxar ou flexibilizar sua aplicação", disse o senador, ressalvando que as operações continuarão submetidas aos demais limites e condições estabelecidos pela LRF.
"Ainda que o limite de endividamento tenha sido alcançado, a idéia é permitir que os Estados possam contrair financiamentos, nacionais ou internacionais, desde que os recursos sejam aplicados para a modernização da gestão e redução de despesa", disse Tasso.
De acordo com a proposta do senador, os financiamentos poderão ser contraídos por intermédio de instituições federais ou de organismos financeiros multilaterais, com aval da União.O senador acrescentou que o objetivo é dar aos Estados e ao Distrito Federal o mesmo tratamento já dispensado pela Lei de Responsabilidade Fiscal aos municípios, ampliando a abrangência do apoio federal para iniciativas de modernização da gestão pública.
O projeto prevê também que esse apoio não deve se limitar apenas à administração da receita (tributária, financeira, patrimonial e previdenciária), mas também alcançar a racionalização do gasto público, sobretudo nas áreas sociais.
Outra mudança aprovada amplia a capacidade de a empresa estatal que não dependa do Tesouro Nacional prestar garantia às suas subsidiárias. De acordo com o senador, a mudança evita interpretações que têm dificultado o apoio financeiro para investimentos, especialmente na área de infra-estrutura, realizados por intermédio de empreendimentos conjuntos de empresas públicas e privadas. A LRF foi sancionada pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso em maio de 2000. (Ana Paula Scinocca, da Agência Estado )
Aumento da aposentadoria
Governo sofre dupla derrota na Câmara com aposentadorias.
Deputados aprovaram um índice de 7,7% e o fim do fator previdenciário a partir de 1.º de janeiro do próximo ano.
BRASÍLIA - Em menos de duas horas, o Planalto sofreu duas derrotas que, segundo cálculos dos técnicos do Câmara, criam uma despesa adicional de R$ 5,6 bilhões a partir do ano que vem - R$ 1,8 bilhão já terão de ser gastos neste ano. O governo foi derrotado na quarta-feira, 4, na votação da MP de reajuste das aposentadorias de valor acima de um salário mínimo. Os deputados aprovaram um índice de 7,7% e o fim do fator previdenciário a partir de 1.º de janeiro do próximo ano.
De forte apelo popular em ano eleitoral, os deputados preferiram transferir ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva o desgaste político de vetar as propostas. A MP ainda será votada no Senado, onde os líderes da base já anunciaram apoio aos 7,7%.
Os 7,7% de reajuste aprovados ontem à noite, retroativos a 1.º de janeiro deste ano, em vez da proposta negociada na semana passada, de 7%, são a soma da inflação passada e 80% da variação do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2008. O governo alega não ter condições de pagar aos aposentados mais que os 7%.
O mecanismo do fator previdenciário foi aprovado no governo Fernando Henrique Cardoso (1995-2002) para desestimular aposentadorias precoces e beneficiar trabalhadores que se mantivessem no mercado de trabalho. Até mesmo o PSDB, partido do ex-presidente, liberou a bancada para que os deputados votassem como quisessem. O placar registrou 323 votos a favor, 80 contra e duas abstenções. (As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.)
Deputados aprovaram um índice de 7,7% e o fim do fator previdenciário a partir de 1.º de janeiro do próximo ano.
BRASÍLIA - Em menos de duas horas, o Planalto sofreu duas derrotas que, segundo cálculos dos técnicos do Câmara, criam uma despesa adicional de R$ 5,6 bilhões a partir do ano que vem - R$ 1,8 bilhão já terão de ser gastos neste ano. O governo foi derrotado na quarta-feira, 4, na votação da MP de reajuste das aposentadorias de valor acima de um salário mínimo. Os deputados aprovaram um índice de 7,7% e o fim do fator previdenciário a partir de 1.º de janeiro do próximo ano.
De forte apelo popular em ano eleitoral, os deputados preferiram transferir ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva o desgaste político de vetar as propostas. A MP ainda será votada no Senado, onde os líderes da base já anunciaram apoio aos 7,7%.
Os 7,7% de reajuste aprovados ontem à noite, retroativos a 1.º de janeiro deste ano, em vez da proposta negociada na semana passada, de 7%, são a soma da inflação passada e 80% da variação do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2008. O governo alega não ter condições de pagar aos aposentados mais que os 7%.
O mecanismo do fator previdenciário foi aprovado no governo Fernando Henrique Cardoso (1995-2002) para desestimular aposentadorias precoces e beneficiar trabalhadores que se mantivessem no mercado de trabalho. Até mesmo o PSDB, partido do ex-presidente, liberou a bancada para que os deputados votassem como quisessem. O placar registrou 323 votos a favor, 80 contra e duas abstenções. (As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.)
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