Financial Time publica caderno especial sobre o Brasil.
O jornal britânico Financial Times publicará nesta quinta-feira, 6, um caderno especial sobre o Brasil, abordando o tema da infra-estrutura. O diário afirmará que o Brasil tem “um futuro brilhante que por pouco ainda está fora de alcance”, devido à falta de entrosamento entre os governos federal, estaduais e municipais. O texto também abordará os problemas da obtenção de licenças ambientais e na relação com o Tribunal de Contas da União.
“O progresso tem sido lento, mas o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) não é um fracasso”, afirmará o correspondente do FT no Brasil, Jonathan Wheatley. O argumento é de que mesmo os críticos afirmam que o programa gera empregos e dá uma visão clara a respeito das necessidades de infra-estrutura.
A reportagem trará um gráfico destrinchando a evolução da primeira versão do PAC, programa que inicialmente previu investimentos de R$ 504 bilhões e empregou R$ 257 bilhões (considerando as obras acabadas; até o final do ano passado. Ao longo da implantação do plano, algumas áreas acabaram ganhando mais importância. Por exemplo, em 2007 a projeção era gastar 21,1% do orçamento do PAC em habitação; até agora, as despesas com financiamento imobiliário correspondem a 53,5%).
A reportagem informa os leitores do jornal que Dilma Rousseff foi chamada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva de “mãe do PAC” e acrescenta que “a sorte dela (nas eleições presidenciais) está estreitamente ligada ao sucesso do programa”. (5 de maio de 2010 Sílvio Guedes Crespo- agencia Estado)
O jornal britânico Financial Times publicará nesta quinta-feira, 6, um caderno especial sobre o Brasil, abordando o tema da infra-estrutura. O diário afirmará que o Brasil tem “um futuro brilhante que por pouco ainda está fora de alcance”, devido à falta de entrosamento entre os governos federal, estaduais e municipais. O texto também abordará os problemas da obtenção de licenças ambientais e na relação com o Tribunal de Contas da União.
“O progresso tem sido lento, mas o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) não é um fracasso”, afirmará o correspondente do FT no Brasil, Jonathan Wheatley. O argumento é de que mesmo os críticos afirmam que o programa gera empregos e dá uma visão clara a respeito das necessidades de infra-estrutura.
A reportagem trará um gráfico destrinchando a evolução da primeira versão do PAC, programa que inicialmente previu investimentos de R$ 504 bilhões e empregou R$ 257 bilhões (considerando as obras acabadas; até o final do ano passado. Ao longo da implantação do plano, algumas áreas acabaram ganhando mais importância. Por exemplo, em 2007 a projeção era gastar 21,1% do orçamento do PAC em habitação; até agora, as despesas com financiamento imobiliário correspondem a 53,5%).
A reportagem informa os leitores do jornal que Dilma Rousseff foi chamada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva de “mãe do PAC” e acrescenta que “a sorte dela (nas eleições presidenciais) está estreitamente ligada ao sucesso do programa”. (5 de maio de 2010 Sílvio Guedes Crespo- agencia Estado)