Tem muita gente que quase jurou que não conhecia nadinha de nada. Com paciência, voce constatará que ATOS de malandragem existem desde 1999. Segundo o MP, em edições da Gazeta do Povo, é "formação de quadrilha",etecétera,etcétera...
Diários oficiais desmentem trecho da carta.
Na carta em que critica a Ordem dos Advogados do Brasil no Paraná (OAB-PR), o procurador da Assembleia Marco Antonio Marconcin afirma que os diários avulsos editados pelo Legislativo são legais, numerados e datados. Embora o tom do texto seja o de resgatar a “verdade” dos fatos, a afirmação não corresponde à realidade, como revelaram as reportagens da série “Diários Secretos”, da Gazeta do Povo e da RPCTV (veja um exemplo disso no infográfico).
“As edições ‘avulsas’ de um Diário Legislativo seguem o número imediatamente anterior, todas igualmente datadas e – no caso da Assembleia do Paraná – distribuídas para efeito de registro dos atos legislativos”, diz um trecho da carta.
A série de reportagens “Diários Secretos” mostrou que os diários avulsos, constantemente editados pela Assembleia, não têm qualquer tipo de numeração – o que dificulta a fiscalização por parte da sociedade. Além disso, as reportagens mostraram que, embora datados, muitos diários eram impressos com datas retroativas para validar atos irregulares. A Assembleia usava os diários como uma máquina do tempo, publicando atos da Mesa Executiva retroativos há até sete anos e até decisões futuras. (21/05/2010 - Karlos Kohlbach, Katia Brembatti, James Alberti e Gabriel Tabatcheik).
Na carta em que critica a Ordem dos Advogados do Brasil no Paraná (OAB-PR), o procurador da Assembleia Marco Antonio Marconcin afirma que os diários avulsos editados pelo Legislativo são legais, numerados e datados. Embora o tom do texto seja o de resgatar a “verdade” dos fatos, a afirmação não corresponde à realidade, como revelaram as reportagens da série “Diários Secretos”, da Gazeta do Povo e da RPCTV (veja um exemplo disso no infográfico).
“As edições ‘avulsas’ de um Diário Legislativo seguem o número imediatamente anterior, todas igualmente datadas e – no caso da Assembleia do Paraná – distribuídas para efeito de registro dos atos legislativos”, diz um trecho da carta.
A série de reportagens “Diários Secretos” mostrou que os diários avulsos, constantemente editados pela Assembleia, não têm qualquer tipo de numeração – o que dificulta a fiscalização por parte da sociedade. Além disso, as reportagens mostraram que, embora datados, muitos diários eram impressos com datas retroativas para validar atos irregulares. A Assembleia usava os diários como uma máquina do tempo, publicando atos da Mesa Executiva retroativos há até sete anos e até decisões futuras. (21/05/2010 - Karlos Kohlbach, Katia Brembatti, James Alberti e Gabriel Tabatcheik).