terça-feira, 20 de abril de 2010

Vai ficar só no PPS?

(gazetadopovo.com.br)
Finalmente, ontem, uma luz apareceu no fim do túnel. Pela primeira vez um grupo de deputados estaduais caiu na real e pediu o afastamento do presidente da Assembléia Legislativa do Paraná, Nelson Justus.

A atitude foi tomada pela bancada do PPS, que merece aplausos pela iniciativa. São só três deputados: Marcelo Rangel, Douglas Fabrício e Felipe Lucas. Três, em 54, podem não mudar o quadro. Mas fazem diferença. Mas fazem com que o quadro pareça menos triste.

A única coisa sensata que o deputado Justus podia fazer agora era se afastar durante as investigações. E a única coisa que os outros deputados podiam fazer (talvez não a única, mas a mais importante) era cobrar que isso aconteça.

Claro que a maioria continua vivendo no antigo regime. E o deputado Romanelli(aquele que fura pedágio) perdeu mais uma chance de evitar o ridículo. Comparou o PPS a "uma bactéria", que se aproveita de um organismo fragilizado.

O vírus, ou a bactéria, caro Romanelli, são os deputados que se aproveitam da estrutura corrompida da Assembléia para nomear amigos, para formar redes de favorecimentos, para dar dinheiro público a quem não trabalha.
O organismo enfraquecido é a Assembléia. A bactéria são os deputados que a usam em proveito próprio. O PPS, nessa metáfora descabida de Romanelli, seria parte do remédio.
Foram três. Faltam 51. Mais alguém aí vai se mexer? (negrito nosso)

Diferentemente do que aconteceu na capital, aquí em Ibiporã, uma proposta inédita, está parada na Câmara por falta de apoio do PPS ou do PP. - Êta grupinho desunido! - PQP!