terça-feira, 11 de maio de 2010

Falando dos fatos

Taquara do Reino

Felizmente a Taquara tem quem olha por ela. – Um anjo da guarda! - Não fosse as constantes cobranças da vereadora Maria do Sindicato, dificilmente aquelas obras sairiam do papel. Sem muito alarde, a vereadora tem estado em constante contato com o prefeito e agora a sua preocupação é com o emoledamento da Vila Rural.

O Célio (véio do Rio) bateu em todas as portas dos vereadores, e pelo visto só a Maria do Sindicato quem lhe deu ouvidos. Ela tem a “promessa” do prefeito que já irá fazer o serviço na Vila Rural (se bem que tem uma porrada de promessas e nada!).

– E coitado do prefeito se não fizer. A Maria não tem medo de trabalhar, vai cobrar quantas vezes forem necessárias. E se bobear até foto ela usa na cobrança.

O que o cidadão precisa saber

Eu em particular, acho que as indicações dos vereadores é pura perda de tempo, de serviço e papel. Primeiro, o prefeito acata se quiser. Segundo, o vereador não é fiscal de obras nem de serviços. O vereador não tem que ficar pedindo pro prefeito pra fazer este ou aquele serviço.

– Ele deveria sim, cobrar mais do prefeito para contratar pessoas capacitadas. Se houvesse uma fiscalização eficiente, se a secretaria de obras conhecesse todos os problemas da cidade, se a secretaria de planejamento de fato planejasse, não precisaria o vereador fazer esta ou aquela indicação.

Na verdade, as indicações estão servindo somente pro vereador dar uma satisfação pro seu eleitor. Resumindo, eu fiz a minha parte, se o prefeito não fez, não é problema meu.

Uma nova modalidade.

A vereadora Mari inovou nas indicações. Agora, ela está protocolando a indicação como uma solicitação de serviço. A resposta tem que vir de qualquer maneira. Ela está agindo como uma cidadã que busca seus direitos, além, é claro, com o “aval” da autoridade de vereadora, que é a própria. – Sacaram?

BIBLIOTECA PÚBLICA.

Alguém ainda se lembra que em Ibiporã tinha uma Biblioteca? - Vejam bem, tinha! - O que está sendo feito? - Ninguém vai dar uma satisfação? - Ah! já entendi: foi uma obra do outro prefeito!!
No ano passado, encaminhei uma denúncia à Câmara, para que a Comissão de Educação verificasse a situação da Biblioteca pública depois dos vendavais de setembro / outubro, na esperança que chegassem a alguma conclusão, devido aos fatos que eu apresentei.


Estranhamente, a Comissão demorou mais de 10 dias para visitar a Biblioteca. Isso porque todos vereadores moram na cidade! – Confesso que fui tolo!

Expliquei detalhadamente os fatos, registrei a legislação pertinente, expliquei o que poderia acontecer se permanecesse a atual situação e como resposta, os dois vereadores da oposição, Divá e Toninho Barbeiro me “deram uma dura”, porque a secretária de cultura (fez uma afirmação antes mesmo do laudo técnico que mostrou as falhas e as possíveis causas do alagamento) disse-lhes “que a culpa era da construtora”. E ponto final!


– A minha denúncia não tinha fundamentação, disseram. - De nada adiantaram meus argumentos, prevaleceu a palavra da secretária. Já o vereador Pauletti, cunhado da secretária, foi mais diplomático, que “devíamos esperar o laudo técnico, etc, etc.”. – Em fim a secretária “os levou no bico”.


Do vereador Divá, até entendo que ele permaneça “neutro”, pois afinal, a Fundação Cultural, andou subsidiando a banda do seu filho. A neutralidade foi seu agradecimento, mas do Toninho e do professor Pauletti, eu esperava mais um pouco de ação.


- Voltarei com mais detalhes (inclusive do Laudo técnico) e assim poderei apontar os verdadeiros culpados.
- Ah!, tem mais uma. Os vereadores de oposição, como homens públicos, não aceitaram minhas críticas e estão de "biquinho" comigo, como uma criança inconsequente, caprichosa, paparicada. Também não posso culpa-los. É mais fácil resumir a denúncia como "sem fundamentação", do que trabalhar em uma CI(comissão de inquérito) e se aprofundarem no assunto como verdadeiros fiscais do povo. - E, não é só este fato que poderia ser investigado pela comissão de Educação. Outros correlatos também. - É claro, se houvesse interese em trabalhar.